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Produção de grãos no Brasil deve crescer 1,6% este ano, diz IBGE

Produção de grãos no Brasil deve crescer 1,6% este ano, diz IBGE
11/04/2019 10:16 - Agência Brasil


 

A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2019 com 230,1 milhões de toneladas, um crescimento de 1,6% (mais 3,6 milhões de toneladas) em relação a 2018.

A terceira estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é 0,6% mais otimista do que a previsão anterior, de fevereiro (mais 1,3 milhão de toneladas).

A área colhida estimada é de 62,3 milhões de hectares, ou seja, 2,3% maior do que a de 2018 e 0,6% superior ao total previsto em fevereiro.

Entre as três principais lavouras de grãos do país é esperada alta na produção de 2018 para 2019 apenas para o milho (11,9%), que deverá fechar o ano com 91,04 milhões de toneladas.

Estimam-se quedas para as safras da soja (-4,5%), com produção estimada de 112,52 milhões de toneladas, e para o arroz (-10,6%), com safra de 10,5 milhões de toneladas.

Entre os demais grãos, que têm produção calculada acima de um milhão de toneladas, são esperadas altas para o algodão herbáceo (26,7%) e feijão (3,1%). Por outro lado, devem ter queda o sorgo (-5,4%) e o trigo (-3%).

Outros produtos

O IBGE também analisa outros produtos, além dos cereais, leguminosas e oleaginosas. Entre eles, a cana-de-açúcar, que é o principal produto agrícola nacional, com uma produção estimada para este ano de 676,98 milhões de toneladas, ou seja, 0,4% a mais do que em 2018.

Para os demais produtos com safra calculada em mais de um milhão de toneladas, devem crescer as safras de banana (2,4%), mandioca (5,6%) e tomate (0,8%). São previstas quedas nas produções de café (-10%), batata-inglesa (-1,5%), laranja (-5,2%) e uva (-9,7%).

 

Felpuda


Comentários maldosos nos meios políticos dão conta que duas figurinhas que se rebelaram contra os próprios colegas poderão ficar no sereno político e, de forma indireta, serem personagens das próprias manifestações.

Um deles defendeu a redução do número de vereadores, e o outro disse ter vergonha de exercer o cargo. Agora enfrentam altos e baixos na campanha eleitoral.