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Conheça 25 alimentos inibidores de apetite e fique em forma

Conheça 25 alimentos inibidores de apetite e fique em forma

TERRA

21/06/2012 - 00h00
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Alguns alimentos funcionam como inibidores de apetite. Além de dar sensação de saciedade, esses produtos naturais ainda têm poucas calorias, por isso são ideia para quem quer perder peso. Confira a lista organizada pela revista Shape desses alimentos poderosos:

1. Amêndoa
Ela é uma ótima fonte de antioxidantes, vitamina E e magnésio. Mas esses não são os únicos benefícios da amêndoa. Segundo estudo apresentado na Obesity Society Annual Scientific Metting, ela é capaz de aumentar a sensação de saciedade e ajuda a controlar o peso

2. Café
Se consumido em excesso essa bebida pode deixá-la agitada e nervosa. Porém, o café em uma quantidade moderada, de uma ou duas xícaras por dia, pode acelerar o metabolismo e inibir o apetite. Isso acontece devido à cafeína e aos antioxidantes presentes na semente do café. Porém, o açúcar e o creme podem suspender esses efeitos positivos.

3. Gengibre
Por centenas de anos muitas culturas usaram essa raiz pelo seu poder digestivo. No entanto, o gengibre também funciona como um estimulante que energiza o corpo e melhora a digestão, fazendo com que você sinta menos fome. Por isso, vale incluí-lo em sucos e pratos do seu dia a dia.

4. Abacate
Rico em fibras e gordura saudável, essa fruta pode inibir o apetite, quando consumida com moderação. Na verdade, é justamente a gordura do abacate envia sinais ao nosso cérebro para avisar nosso estômago que ele está cheio.

5. Pimenta
De acordo com pesquisa publicada no jornal Physiology & Behavior, apenas uma colher de chá de pimenta caiena pode acelerar o metabolismo e fazer seu corpo queimar 10 calorias por conta própria. Já no caso de pessoas que não costumam comer comidas apimentadas com frequência o efeito dessa pimenta pode ser ainda maior, chegando a queimar até 60 calorias. Experimente adicionar um pouco desse tempero em duas refeições por dia por um mês.

6. Maçã
Aqui não importa se você prefere maçã vermelha ou verde, pois as duas têm o poder de diminuir sua fome. Essa fruta é rica em fibras solúveis e pectina, que cria um efeito de saciedade. A maçã também ajuda a regular a quantidade de açúcar no sangue e aumenta o nível de energia no corpo. Ela é uma boa opção para lanches por que exige uma mastigação lenta, dando tempo suficiente para seu corpo perceber que está satisfeito.

7. Ovo
Estudos revelam que comer um ou dois ovos no café da manhã faz com que as pessoas se sintam mais cheias do que ao ingerir um pão com a mesma quantidade de calorias. Isso seria refletido durante o resto do dia, já que durante a pesquisa aqueles que começaram comendo um ovo ingeriam em média 330 calorias a menos do que os demais.

8. Água
Controlar seu apetite pode ser mais simples do que você imagina. De acordo com um estudo publicado em 2012, pessoas que bebem dois copos de água antes das refeições comem entre 75 e 90 calorias a menos do que aquelas que não tomaram água.

9. Batata doce
Segundo cientistas, esse tipo batata contem uma espécie especial de amido que resiste a enzimas digestivas, fazendo com que ela fique no estômago por mais tempo mantendo seu corpo saciado. A batata doce também é rica em vitamina A e C.

10. Ameixa umeboshi
Tem um desejo louco por doces? Às vezes a solução pode estar em um alimento azedo. A ameixa umeboshi ou em conserva pode ser uma ótima opção para segurar essa ansiedade por doces.

11. Sopa de vegetais
Uma sopa de legumes quentinha pode encher você quando está com pressa e ainda manter sua fome longe com poucas calorias. Tente tomar uma xícara desse tipo de caldo antes da próxima refeição ou substituir o jantar por uma grande tigela de sopa.

12. Chocolate amargo
Quem não dispensa uma sobremesa a solução pode estar no chocolate meio amargo. Experimente saborear um ou dois pedaços de chocolate com pelo menos 70% de cacau bem devagar. Ele ajuda a reduzir seu desejo por açúcar e ainda envia sinais de saciedade para o corpo. O ácido esteárico do chocolate meio amargo ainda ajuda a desacelerar a digestão. Se achar que ele é amargo demais para seu paladar tente ingerir o doce junto com uma xícara de café preto.

13. Tofu
Rica fonte de proteína vegetal, o tofu não é bom apenas para vegetarianos. Ele é risco em um composto chamado genisteína, que tem se mostrado eficiente para inibir o apetite e diminuir a ingestão de calorias. Por isso, vale adicionar o tofu em algumas de suas refeições.

14. Wasabi
Já notou que geralmente quando comemos sushi parecemos ficar saciados com menos quantidade de comida do que normalmente é necessário? Parte disso é devido ao peixe, mas o molho verde, conhecido como wasabi, que costuma acompanhar o prato também tem participação nesse efeito. Seu sabor picante suprime o apetite e ainda funciona como um anti-inflamatório natural.

15. Chá verde
Se você não é fã de café, experimente substituir a bebida por uma xícara de chá verde. Ele pode diminuir sua vontade de beliscar e, segundo nutricionistas, as catequinas existentes nele ajudam a inibir o movimento da glicose em direção às células adiposas. Isso ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e quando sua glicose está estável você sente menos fome.

16. Aveia
Embora seja rica em carboidrato, ela tem uma digestão lenta e faz com que você se sinta saciada por horas. A farinha de aveia suprime o hormônio da fome e possui baixo índice glicêmico.

17. Suco de vegetais
Se você acha que esse tipo de bebida é apenas uma forma de inserir mais vegetais em sua dieta está enganada. Esse suco também é uma forma de enchê-la. Quando a pessoa toma um copo de suco de vegetal antes de uma refeição ingere em média 135 calorias a menos. Prefira as versões com baixo índice de sódio, para garantir que a bebida não a deixará inchada.

18. Folhas verdes
Se você procura um alimento nutritivo que vai saciá-la por horas escolha vegetais de folhas verdes. Couve, espinafre, acelga, esses alimentos fibrosos podem ser ingeridos crus ou refogados com pouco azeite e vão manter sua fome sob controle.

19. Salmão
Quando você come peixes como salmão, que são ricos em ômega 3, seu corpo aumenta o índice de leptina em seu sistema. Esse hormônio é responsável por enviar a mensagem de saciedade ao cérebro. Outras boas opções de peixes com o mesmo efeito são atum e arenque.

20. Canela
A próxima vez que comer um cereal, aveia, fruta ou até café, adicione um pouco de canela. Assim como o que acontece com outros temperos como cravo e gengibre, ela ajuda a diminuir os níveis de açúcar no sangue, o que faz com que ajude a controlar sua fome

21. Leite desnatado
Se você tende a atacar tudo que vê pela frente durante a TPM experimente beber leite desnatado. Estudos mostram que mulheres que consomem pelo menos uma porção de produtos lácteos por dia durante as duas semanas anteriores à menstruação têm uma diminuição significativa de seu impulso de consumir guloseimas, doces e carboidratos processados.

22. Molho picante
Quando se trata de diminuição de apetite quanto mais picante melhor. Portanto, adicione Tabasco em seu burrito, ovo mexido ou até sopa. Esse tipo de tempero a impede de comer demais e a ajuda a se sentir mais cheia.

23. Sementes de linhaça
Com um mix nutricional de fibras solúveis e ácidos essenciais, as sementes de linhaça são o complemento perfeito para o seu iogurte, sua vitamina ou salada. Outras sementes integrais também tem efeito parecido na função de mantê-la saciada.

24. Salada
Se você quer manter sua fome sob controle coma uma pequena salada antes de encarar as refeições. Você só precisa de uma xícara ou duas de vegetais para que seu cérebro entenda que você já esta ingerindo nutrientes e calorias. Seu estômago demora aproximadamente 20 minutos para enviar o sinal de saciedade, então comece a refeição pela salada, assim você vai consumir menos calorias para matar sua fome.

25. Whey Protein
A proteína é conhecida como inibidora de apetite, mas parece que a whey protein, ou proteína do soro do leite, é ainda mais eficiente nesse quesito. Uma pesquisa recente mostra que depois de consumir uma refeição líquida com esse tipo de proteína as pessoas tendem a consumir significativamente menos calorias na refeição seguinte. 

SAÚDE

Educação digital protege de malefícios do uso excessivo de telas

Professora da UFRJ defende uso responsável e atenção a menores

06/04/2025 21h00

FOTO: Divulgação

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Acordar e olhar o celular, almoçar e jantar diante de telas são práticas cada vez mais comuns. É difícil, muitas vezes, imaginar o dia a dia sem internet, sem redes sociais e sem tecnologia. Passar a maior parte do dia conectado é um vício?

Segundo a psicóloga, doutora em saúde mental e uma das fundadoras do Instituto Delete Anna Lucia Spear King, isso não necessariamente é um vício patológico pode se tratar apenas de uma má educação para o uso das tecnologias. A estudiosa alerta que essa educação é fundamental para evitar os prejuízos do uso excessivo de telas.

O Instituto Delete foi criado em 2013, dentro do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A instituição é pioneira no Brasil e também uma das primeiras no mundo voltada à pesquisa sobre o impacto das tecnologias na saúde e às orientações sobre o uso consciente das telas e a dependência digital.

Em entrevista à Agência Brasil, King falou sobre a relação atual das pessoas com a tecnologia e os cuidados que essa relação requer. Entre os principais pontos estão os riscos de vício em jogos e em aplicativos de apostas e também a atenção redobrada que crianças e adolescentes requerem para um convívio saudável com as telas. 

King conta ainda que muitas pessoas procuram o instituto achando que estão viciadas, mas, na verdade, precisam de orientações e de colocar em prática novos hábitos.

“As pessoas confundem, acham que só porque usam todos os dias por muitas horas, são viciadas no rigor da palavra. Mas não é verdade. Elas são, às vezes, mal educadas. Usam sem hora, sem limites e regras, mas não precisam de tratamento. Precisam de educação digital”, diz.

Confira os principais trechos da entrevista:

Agência Brasil: Vamos começar pelo começo. O Instituto Delete foi fundado bem antes da pandemia e antes mesmo que os smartphones tivessem a relevância que têm hoje, certo? O que a motivou a começar esse trabalho? Qual era o cenário lá atrás?

Anna Lucia Spear King: O Instituto Delete foi fundado dentro do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro e, naquela ocasião, eu trabalhava em um laboratório e atendia usuários excessivos, dependentes de tecnologia, pessoas com ansiedade, pessoas com depressão, pessoas com transtorno do pânico, e eles chegavam se queixando de uma dependência da tecnologia.

Ninguém tinha estudado isso e nem sabia do que se tratava. Era muita gente que se apegava ao celular ou computador porque tinha algum transtorno associado. Por exemplo, a pessoa tinha uma fobia social e não conseguia se relacionar. Aí, ficava dependente de relacionamentos por intermédio do computador, mas isso escondia, na verdade, o transtorno que estava ali presente. Ou, então, pessoas compulsivas que nos procuravam para tratamento e eram dependentes de compras online, de jogos.

Agência Brasil: De lá para cá, você acha que o cenário mudou muito? Principalmente com a pandemia, o Instituto tem sido mais procurado, as pessoas estão mais conscientes desse tipo de dependência?

Anna Lucia Spear King: Sim, foi havendo um aumento progressivo à medida que as pessoas foram interagindo mais com tecnologia. Dos anos 1990 para cá, as pessoas começaram a interagir com as tecnologias todos os dias e por muitas horas, e foram se tornando mais dependentes. Não dependentes patológicas, mas dependentes por lazer, por trabalho.  

A gente começou a ver uma diferença entre essa dependência que todos nós temos da tecnologia, que a gente usa todos os dias e por muitas horas para trabalhar, da dependência patológica, que é a nomofobia. E essa, sim, precisa de tratamento.

As pessoas confundem, acham que só porque usam todos os dias por muitas horas, são viciadas no rigor da palavra. Mas não é verdade. Elas são, às vezes, mal educadas. Usam sem hora, sem limites e regras, mas não precisam de tratamento. Precisam de educação digital.

Agência Brasil: E qual que é a essa diferença? Como é que se identifica a nomofobia?

Anna Lucia Spear King: Nomofobia é a dependência patológica. Ela geralmente tem um transtorno mental associado que potencializa esse uso, que pode ser uma ansiedade, uma depressão, uma compulsão, um transtorno do pânico. Havendo a associação com algo que já existe na pessoa, esse uso da tecnologia é potencializado e encaminhado para um uso excessivo e patológico.

Quando a pessoa nos procura para tratamento, a gente faz uma avaliação psiquiátrica e psicológica. A gente faz essa avaliação para ver se tem a ver com ela ser mal educada apenas, com não saber usar a tecnologia. Aí, a gente ensina o uso consciente, dá as dicas para ela usar determinadas horas por dia. 

E, se a pessoa tiver nomofobia diagnosticada pelo psiquiatra e pelo psicólogo, ela vai ter, além desse aprendizado de uso consciente, o tratamento psicológico, para entender por que que ela está usando a tecnologia daquela forma. E o psiquiatra vai ver a necessidade ou não de inserir uma medicação junto. Se for uma depressão, uma ansiedade, uma compulsão, geralmente precisa de entrar com medicamento também.

Agência Brasil: Como é que as pessoas chegam até vocês? Em que ponto que elas identificam que precisam de ajuda?

Anna Lucia Spear King: Quando elas começam a perceber algum sinal de prejuízo na vida delas, seja na área pessoal, social, familiar, acadêmica ou profissional. Elas deixam de entregar o trabalho, ou, então, o chefe manda embora porque a pessoa não larga a tecnologia no trabalho, ou fica usando o tempo todo; têm muitas brigas em casa, porque cada cônjuge fica usando a sua tecnologia e incomodando o outro, gerando ciúme; ou até mesmo têm prejuízo na escola, com diminução das notas.

Agência Brasil: Vocês têm recebido muitas pessoas viciadas em jogos e em apostas on-line? Como é o tratamento?

Anna Lucia Spear King: Com certeza. O tratamento é psicológico e psiquiátrico. O psiquiatra vai ver se tem algum transtorno associado e o psicólogo vai ensinar pra pessoa o que está acontecendo com ela. Aí mostra os prejuízos que ela vai ter, as perdas que ela está tendo, a separação familiar. Porque todo mundo tem que ficar pagando as contas da pessoa e ninguém quer, né? Então, briga com a família inteira. A pessoa vai se conscientizando que aquele caminho não vai levar nada.

Os jogos são feitos para a pessoa perder. No início, eles até estimulam, dão um valor para você jogar só para te empolgar. Quando você entra naquele jogo e aprende a jogar, você já era. Você começa a perder dinheiro, perder, perder, aí você já se vê viciado. O jogo libera algumas substâncias químicas no cérebro, como dopamina, endorfina e serotonina, que são substâncias que nos dão prazer. Elas agem no setor de recompensa do cérebro.

A pessoa não sabe porque ela é leiga, mas ela está tendo uma enxurrada de substâncias no cérebro que estão dando muito prazer, bem-estar, alegria, felicidade. Quando elas vão para a vida delas, que é meio monótona, que não tem glamour, que não tem nada especial e não são tão felizes, elas pensam assim: "Onde é que eu tava sendo feliz? Lá naquele lugar que eu estava, onde eu estava jogando”. Então, elas voltam para o jogo sem querer, porque era lá que tinha prazer.

Agência Brasil:  E esse é o mesmo mecanismo das curtidas das redes sociais, não é?

Anna Lucia Spear King: Isso. Quando você recebe uma curtida, recebe um elogio, ‘ó, você está linda, você é inteligente’, vai recebendo dopamina, endorfina, serotonina. É por isso que a pessoa quer entrar nas redes sociais o tempo todo para receber apoios e curtidas.

Agência Brasil:  Quando falamos de crianças e adolescentes, como lidar com o uso das tecnologias?

Anna Lucia Spear King: Todo mundo tem que entender que os pais e adultos são responsáveis pela vida digital dos menores de idade. Então, se esses adolescentes estão fazendo uso excessivo, estão ficando viciados em jogos, estão deixando de fazer as prioridades que são a escola, a universidade, as tarefas de casa, isso tudo é porque os pais é que não estão sabendo orientar.

O adolescente não tem que ficar o dia inteiro em um quarto jogando ou usando a internet. Primeiro, porque o menor de idade não pode usar internet sem supervisão de um adulto. A internet é uma porta aberta para o mundo e está cheia de pessoas de má índole, vigaristas, golpistas, pedófilos, gente do mal. Não é só a gente do bem que tem na internet. Não se pode deixar adolescentes ou menores de idade usarem a internet sem supervisão de um adulto vendo com quem tão conversando, quais sites estão acessando.

Muitas vezes, os pais não nasceram na época que a tecnologia entrou nas vidas das pessoas. Eles não aprenderam como usar e não sabem como orientar, porque eles também não aprenderam na época deles. A gente recebe uma educação social desde pequeno, a gente aprende que não pode comer de boca aberta, que tem que comer com garfo e faca, que não pode falar com estranhos. Mas usar a tecnologia ninguém aprendeu desde pequenininho. Então, os pais não sabem educar. Mas, quem paga a internet, quem paga o wi-fi? Quem deixa o filho ficar o dia inteiro no quarto?

Agência Brasil: A partir deste ano, por lei, o uso do celular fica restrito em todas as escolas do país. Você acredita que essa restrição ajuda na educação para o uso das tecnologias? O que achou da medida?

Anna Lucia Spear King: Eu acho maravilhosa. Só se pode usar a tecnologia com orientação do professor. Eu sou super a favor, porque agora eles têm que interagir, fazer esporte, se socializar, perder a timidez, coisas que fazem parte do desenvolvimento deles. Com celular na mão, cada um se isola no seu canto.

Agência Brasil: O que é essa educação para o uso das tecnologias? Quais dicas você dá para evitar o uso excessivo?

Anna Lucia Spear King: Não usar tecnologia logo que acordar, primeiro levanta da cama, toma o café da manhã. Não usar na hora das refeições. Tem gente que almoça e janta com o celular na mão e nem curte a comida, nem sente o gosto. Outra dica é desligar duas horas antes de dormir para relaxar o cérebro, se sentir descansado.

Não ficar usando tecnologia em locais públicos, em ônibus, metrô, em salas de espera. Quando sai com amigos, quando vai a restaurantes, dar atenção para as pessoas que estão com você e não ficar no celular.

Quem trabalha, usar tecnologia apenas em horário comercial e buscar mostrar para o chefe que ele tem que entender que não deve mandar coisas para o profissional fazer na hora do almoço, nem depois do horário comercial. Ninguém está recebendo hora extra para fica trabalhando o dia inteiro, não é?

E também, quando estiver no trabalho, não ficar usando [para fins pessoais]. Você está sendo pago para trabalhar para aquela empresa. Se você fica usando para coisas pessoais, respondendo seus e-mails pessoais, vendo redes sociais na empresa e recebendo pela empresa, você também está agindo errado.

Nós, do Instituto Delete, não somos contra o uso de tecnologias, pelo contrário, nós somos super a favor, mas que seja usada de modo consciente para que você colha os benefícios e evite os prejuízos que o uso excessivo pode trazer.

Tecnologia

Tendências do Entretenimento Interativo: Do Streaming à Realidade Virtual

03/04/2025 00h02

Pixabay

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O entretenimento está passando por uma revolução silenciosa, mas profundamente transformadora: a crescente valorização da interatividade. A passividade dos tempos da televisão tradicional está sendo substituída por experiências em que o público participa ativamente, decide o rumo das histórias, personaliza conteúdos e se envolve em tempo real com o que consome.

Essa tendência pode ser observada em várias frentes, desde jogos até filmes e transmissões ao vivo, moldando uma nova era do engajamento digital.

Plataformas de jogos online e cassinos virtuais são bons exemplos dessa transição. O sucesso de experiências como o bet365 Aviator, que mistura sorte, timing e controle do jogador, mostra como a interatividade não é apenas um atrativo, mas um diferencial competitivo.

Jogos como esse permitem que os usuários se envolvam de forma rápida, dinâmica e estratégica, criando um sentimento de participação ativa que vai muito além do clique automático de uma roleta tradicional.

Ao mesmo tempo, as grandes empresas de mídia e entretenimento estão investindo pesado em tecnologias que permitem escolhas dentro de séries, experiências em realidade aumentada e até mundos virtuais totalmente navegáveis.

A seguir, exploramos as principais tendências que estão moldando esse novo cenário de entretenimento interativo e o que podemos esperar para os próximos anos.

Séries Interativas e Narrativas Ramificadas

Uma das tendências mais marcantes dos últimos anos é o surgimento de séries interativas, onde o espectador pode escolher o rumo da história. Obras como Black Mirror: Bandersnatch e You vs. Wild inauguraram uma nova forma de narrativa, aproximando o conteúdo da lógica dos games. Essa abordagem aumenta o engajamento, pois o público se sente parte da trama, com o poder de influenciar o destino dos personagens.

O diferencial dessas experiências está na imersão emocional e na personalização da jornada. Cada decisão tomada pelo espectador cria uma sensação de autoria e responsabilidade, o que eleva o envolvimento e estimula o consumo repetido. Plataformas de streaming, como a Netflix, já estudam ampliar esse modelo, oferecendo conteúdos exclusivos com múltiplos finais e decisões em tempo real.

Realidade Aumentada e Virtual em Cassinos Online

O setor de jogos e apostas também está sendo impactado por tecnologias de ponta, como a realidade aumentada (AR) e a realidade virtual (VR). Hoje, já é possível entrar em ambientes tridimensionais de cassinos virtuais, sentar-se a uma mesa de blackjack com avatares de outros jogadores e interagir com elementos do cenário como se estivesse fisicamente presente. Essa camada de imersão traz uma nova dimensão ao entretenimento, combinando o fator social com a sensação de presença.

Além disso, jogos com realidade aumentada inserem elementos virtuais no mundo real por meio de dispositivos móveis ou óculos inteligentes. O objetivo é transformar a experiência de jogo em algo mais visual, tátil e intuitivo. Essa evolução tecnológica ajuda a aproximar os jogadores da experiência física dos cassinos, mantendo a conveniência do ambiente online.

Gamificação em Plataformas de Streaming

Outra tendência crescente é a aplicação da gamificação nos serviços de streaming. Algumas plataformas têm começado a implementar conquistas, rankings e interações ao vivo durante eventos esportivos, shows e até novelas. Esse movimento transforma o espectador em participante ativo, incentivando a interação contínua por meio de recompensas, enquetes, missões e desafios relacionados ao conteúdo assistido.

Esses recursos tornam a experiência mais parecida com um jogo do que com um consumo passivo de mídia. A lógica é simples: quanto mais o espectador se envolve, maior a probabilidade de ele permanecer na plataforma por mais tempo e retornar com frequência. Essa mecânica já se mostrou eficiente em ambientes de eSports e começa a ser incorporada também em transmissões de entretenimento geral.

Metaverso e Entretenimento Social

O conceito de metaverso está se tornando cada vez mais concreto, e o entretenimento social é uma das suas vertentes mais promissoras.

Plataformas como Roblox e Fortnite já são muito mais do que jogos: são ambientes virtuais onde milhões de pessoas assistem a shows, participam de eventos interativos e até fazem compras com moedas digitais. A interatividade, aqui, se estende ao convívio social e à personalização do espaço.

Essa tendência aponta para um futuro em que o público não apenas consome conteúdo, mas vive dentro dele. A possibilidade de transitar por mundos virtuais, participar de tramas em tempo real ou até co-criar histórias junto com os desenvolvedores está remodelando o papel do espectador. Em vez de assistir, ele passa a fazer parte do espetáculo.

O Futuro do Entretenimento

A ascensão do entretenimento interativo representa uma mudança fundamental na forma como nos relacionamos com o conteúdo digital. Não basta mais assistir: o público quer decidir, explorar, interagir e moldar suas próprias experiências.

Das apostas em tempo real aos filmes com múltiplos finais, passando por ambientes virtuais completamente imersivos, a interatividade está no centro da nova era do entretenimento.

À medida que as tecnologias continuam evoluindo e se tornando mais acessíveis, espera-se que a barreira entre espectador e criador continue diminuindo. O futuro do entretenimento será cada vez mais colaborativo, personalizado e envolvente — uma jornada onde o controle estará, literalmente, nas mãos do usuário.
 

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