Tecnologia

Galaxy J

Samsung lança celulares com suporte a 2 contas de WhatsApp

Samsung lança celulares com suporte a 2 contas de WhatsApp

Folhapress

19/08/2015 - 12h17
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A Samsung apresentou nesta quarta-feira (19) dois smartphones de faixa de preço considerada intermediária em uma nova linha, Galaxy J, com câmeras frontais (para autorretratos) de resolução acima da média e dotadas de flash frontal e suporte a duas contas de WhatsApp.

O Galaxy J5, que tem tela de 5 polegadas, custa R$ 949, enquanto o "primo" Galaxy J7, de 5,5 polegadas, sai por R$ 1.299. Ambos começam a ser vendidos na semana que vem.

Por meio do software chamado My Knox, com o qual os dois celulares vêm equipados, o usuário cria dois ambientes dentro do sistema, o que possibilita lançar instâncias simultâneas de qualquer aplicativo, inclusive de redes sociais e de mensageiros que exigem autenticação pelo número de telefone (os celulares aceitam dois chips).

Para mudar de ambiente, é preciso usar um padrão de desbloqueio (como os desenhos feitos para destravar a tela usados por alguns usuários de Android).

A companhia afirma que os lançamentos são fruto de pesquisas feitas especificamente sobre o mercado brasileiro: preferência por celulares com hardware acima dos mais básicos; tela grande acima de 5 polegadas; e capacidade fotográfica própria para as chamadas selfies.

A câmera traseira tem resolução de 13 Mpixels e abertura f/1.9 (que capta 35% mais luz se comparada a lentes "convencionais", segundo a empresa).

A tela dos dois aparelhos tem resolução 720p e tecnologia amoled (diodos orgânicos emissores de luz com matriz ativa), como os celulares mais caros vendidos pela empresa.

O aparelho dá direito a dois anos anos de assinatura do serviço de armazenamento da nuvem da Microsoft, o OneDrive, na versão de 100 Gbytes, e a três meses do serviço de streaming do Google, o Play Música.

Salvo pela capacidade da bateria (2.600 mAh no Galaxy J5 e 3.000 mAh no Galaxy J7) e processador (Snapdragon 410 de quatro núcleos no J5 e Exynos de oito núcleos no J7), as especificações são parecidas: 16 Gbytes de memória expansíveis por cartão de memória; 1,5 Gbyte de RAM. O processador do

"Nosso alvo é o consumidor das classes B e C, que usam a internet 77% do tempo por meio do celular", afirma Alessandra Barcala, diretora de marketing de celulares da Samsung no Brasil.

Tecnologia

Brasil fará primeiro lançamento comercial ao espaço em 10 dias, informa FAB

A atividade servirá para confirmar se satélites e experimentos interagem corretamente com o veículo lançador

12/11/2025 22h00

Brasil fará primeiro lançamento comercial ao espaço em 10 dias, informa FAB

Brasil fará primeiro lançamento comercial ao espaço em 10 dias, informa FAB Divulgação/Warley de Andrade/TV Brasil

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O Brasil fará seu primeiro lançamento comercial de um veículo espacial a partir do território nacional no próximo dia 22. De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), o evento marca a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais, abrindo novos caminhos para geração de renda e investimento no segmento.

Trata-se da Operação Spaceward 2025, responsável pelo lançamento do foguete sul-coreano HANBIT-Nano a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão (MA).

A atividade servirá para confirmar se satélites e experimentos interagem corretamente com o veículo lançador, garantindo compatibilidade e segurança para o lançamento A integração das cargas úteis no foguete HANBIT-Nano, da Innospace, teve início na segunda-feira, 10, marcando uma das etapas decisivas antes do lançamento, durante a operação.

"Nessa fase, são realizados testes e verificações que asseguram uma conexão correta entre a carga útil - satélites e experimentos - e o veículo lançador, confirmando que cada equipamento está estabilizado e funcional para o momento do voo", explicou a FAB.

A missão para transportar cinco satélites e três experimentos, desenvolvidos por universidades e empresas nacionais e internacionais, simboliza, conforme a Força Aérea, a "entrada definitiva" do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais, além de abrir novas oportunidades de geração de renda, inovação e atração de investimentos para o País.

"Essa etapa da operação é uma atribuição conduzida diretamente pela Innospace e pelos desenvolvedores dos satélites e experimentos. A FAB acompanha todo o processo no Prédio de Preparação de Propulsores, infraestrutura especializada disponibilizada pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), o que reforça nosso compromisso em prover suporte técnico, coordenação e governança para que cada missão transcorra com integridade, transparência e alto padrão de confiabilidade", destacou em nota o coordenador-geral da operação, Coronel Engenheiro Rogério Moreira Cazo.

Tecnologia

Governo vai alterar prazo para adequação de big techs ao 'ECA digital'

As medidas entrariam em vigor um ano após a publicação da lei no Diário Oficial, mas prazo deverá ser reduzido para 180 dias

17/09/2025 22h00

Criança brincando com o celular

Criança brincando com o celular Foto: Reprodução/EPTV

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O governo federal vai editar uma Medida Provisória para reduzir o prazo para que as big techs coloquem em prática as normas fixadas pelo PL 2628, conhecido como ECA Digital. O projeto aprovado no Congresso estabelece regras para o uso de redes sociais por crianças e adolescentes. As medidas entrariam em vigor um ano após a publicação da lei no Diário Oficial. O governo, no entanto, considerou o prazo longo e decidiu reduzi-lo para 180 dias.

A MP está sendo liderada pela Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) e deve ser editada nos próximos dias. Nesta quarta-feira, 17, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai sancionar o projeto em uma cerimônia no Palácio do Planalto. Ao alterar o prazo, o governo levou em conta, segundo fontes do Palácio do Planalto, o fato de que a lei entraria em vigor somente próximo da eleição, o que poderia elevar tensões durante o período eleitoral. Há uma visão de que qualquer debate relacionado às big techs está "entranhado" nas eleições de 2026

A aprovação do projeto de lei foi cercada de discussões e gerou reação de parte da oposição, que considerou o novo regramento uma espécie de censura às redes. O governo pesou ainda a possibilidade de que a demora para aplicar o ECA Digital transformasse a nova lei em "letra morta".

A nova direção do Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu retomar os planos de oferecer treinamento com as principais plataformas digitais para as suas lideranças. O objetivo é fortalecer a militância digital mirando as eleições de 2026 e a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O "ECA digital" foi aprovado no Congresso no mês passado após intenso debate sobre a exposição de crianças e adolescentes nas redes sociais. A comoção da opinião pública sobre o tema foi motivada por um vídeo do youtuber "Felca" a respeito do que classificou como "adultização" de crianças. Na publicação, Felca explicou de que forma o algoritmo direciona a pedófilos os conteúdos que expõem menores de idade.

O projeto aprovado estabelece que conteúdos que violem direitos da criança e do adolescente devem ser removidos imediatamente após a empresa ser comunicada pela vítima, por responsáveis ou por autoridades. Estão incluídos nessa regra conteúdos de assédio, exploração sexual, incentivo à automutilação e uso de drogas; entre outros. Além disso, o texto prevê a implementação de ferramentas de supervisão para os pais e determina que as empresas possam ser sancionadas e multadas caso descumpram medidas determinadas pela lei.

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