O Inter busca trocar o camisa 10 que recebe quase R$ 2 milhões mensais após a saída de Borré. Manter um salário tão alto sem ser titular eleva o custo e pressiona o orçamento do clube.
Representantes afirmam que clubes da MLS e da região árabe demonstram interesse em fechar negócio com o meia Alan Patrick. O atleta ainda tem vínculo até dezembro de 2027, o que torna a negociação mais complexa.
Salário e implicações financeiras: camisa 10
O meio-campista tem o maior salário do plantel, próximo a R$ 2 milhões por mês, apesar de não ser titular. Esse gasto representa quase 30% da folha salarial, pressionando a diretoria a buscar alternativas.
Com contrato vigente até o fim de 2027, o clube ainda paga o salário mesmo com pouca participação em campo. Assim, liberar o jogador pode aliviar a conta e abrir espaço para um reforço mais jovem.
Perspectivas de mercado e substituição
Representantes da agência confirmam que clubes da MLS e da região árabe têm propostas concretas para o atleta. Essas ligas costumam oferecer salários competitivos, porém o custo total pode incluir cláusulas de transferência elevadas.
O técnico Paulo Pezzolano já sinalizou a necessidade de contratar um meia que combine criatividade e maior energia em campo. A prioridade é encontrar um jogador que recupere a dinâmica do meio-campo, algo que o atual reserva não tem demonstrado.
Caso a negociação se confirme, o Inter poderá reduzir significativamente sua folha salarial e reinvestir recursos em um jovem talento. A diretoria ainda espera anunciar o destino do jogador nas próximas semanas, após avaliar as propostas internacionais.
