Gabriel Bortoleto é atualmente nosso representante no grid da Fórmula 1. Ao longo dos anos, já tivemos grandes brasileiros nas pistas, pela principal categoria do automobilismo mundial, um deles foi Rubens Barrichello. Pegando gancho neste tema, temos uma curiosidade envolvendo salários.
Enquanto Bortoleto tem vencimentos na casa de R$ 10,3 milhões, Rubinho em seus tempos de Ferrari, mais precisamente na temporada 2004, ganhava mais. Entretanto, não era um valor exorbitante.
Em seu segundo ano na principal categoria do automobilismo mundial, o brasileiro Gabriel Bortoleto segue defendendo a Audi e aparece entre os jovens talentos com maior projeção.
Segundo levantamento do portal RacingNews365, o piloto recebe um salário anual de US$ 2 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 10,3 milhões, ou mais de R$ 800 mil por mês, sem considerar bônus e acordos de patrocínio.
Apesar dos valores expressivos, Bortoleto ainda está distante dos maiores salários da Fórmula 1. Max Verstappen lidera o ranking com US$ 70 milhões por temporada na Red Bull, seguido por Lewis Hamilton, da Ferrari, com US$ 60 milhões.
Rubinho ganhava US$ 5,5 milhões, longe de Michael Schumacher
A revista Business F1 divulgou em 2004, um levantamento com os salários dos principais pilotos da Fórmula 1, revelando os valores recebidos pelas estrelas da categoria na época.
O ranking era liderado pelo alemão Michael Schumacher, então hexacampeão mundial e principal nome da Ferrari, com um salário anual de US$ 32 milhões.
Na equipe italiana, o brasileiro Rubens Barrichello aparecia entre os pilotos mais bem remunerados do grid, recebendo US$ 5,5 milhões por temporada, mas longe dos números do alemão.
Vale lembrar que aqui não estamos levando em consideração a inflação ou poder de compra da época. São apenas dados estatísticos, como curiosidade dos valores trabalhados em suas respectivas épocas.
Outros valores revelados em 2004
Outros destaques da lista em 2004 eram Ralf Schumacher, com US$ 14 milhões, Juan Pablo Montoya, com US$ 12 milhões, além de Kimi Räikkönen e David Coulthard, ambos com vencimentos de US$ 8 milhões anuais.
O levantamento também incluía nomes como Fernando Alonso (US$ 6,3 milhões), Jarno Trulli (US$ 6 milhões), Olivier Panis (US$ 4,5 milhões), Cristiano da Matta (US$ 4 milhões), Jenson Button (US$ 3,7 milhões), Giancarlo Fisichella (US$ 3 milhões), Mark Webber (US$ 2 milhões) e Felipe Massa, que recebia US$ 1,5 milhão por temporada.
Os números mostram como a diferença salarial já era significativa na Fórmula 1, com pilotos consagrados concentrando os maiores contratos, enquanto jovens talentos e competidores em equipes de menor orçamento recebiam valores bem inferiores, refletindo o peso dos resultados, da experiência e do prestígio no mercado da categoria.