Bicampeão mundial de Fórmula 1, Fernando Alonso construiu uma das maiores fortunas entre os pilotos da categoria ao longo de uma carreira marcada por contratos milionários, patrocínios e investimentos. Em 2025, a riqueza do espanhol era estimada em aproximadamente US$ 260 milhões, segundo estimativas divulgadas pelo mercado.
Desde 2023, Alonso é piloto titular da Aston Martin e teria um salário-base anual na casa dos US$ 30 milhões. O valor pode aumentar com bônus relacionados ao desempenho e outras premiações. Apesar de estar entre os competidores mais bem pagos da F1, o espanhol fica atrás de nomes como Lewis Hamilton e Max Verstappen em algumas estimativas salariais.
Ganhos do piloto não vem apenas de seu desempenho nas pistas
A fortuna de Alonso, entretanto, não depende apenas dos ganhos obtidos nas pistas. Desde sua estreia na Fórmula 1, em 2001, o piloto passou por equipes como Renault, Ferrari, McLaren, Alpine e Aston Martin, acumulando contratos de alto valor.
Paralelamente, também construiu uma carreira empresarial, com destaque para a Kimoa, marca voltada ao segmento de moda e estilo de vida, além de outros projetos ligados ao automobilismo e à gestão de talentos.
Parte do patrimônio do bicampeão também está relacionada a investimentos imobiliários. Alonso possui propriedades de alto padrão em diferentes partes do mundo, incluindo locais como Mônaco, Suíça e Dubai.
A estratégia amplia sua fonte de renda e acompanha o estilo de vida internacional construído durante mais de duas décadas na principal categoria do automobilismo.
Além dos imóveis, o espanhol mantém uma coleção de carros de luxo e investe em projetos esportivos. Entre eles está o Fernando Alonso Sports Complex, empreendimento que reforça sua ligação com o automobilismo e amplia seu legado fora das pistas.
Dessa forma, a fortuna do piloto é resultado de uma combinação de salários, contratos publicitários, negócios e investimentos acumulados ao longo de sua extensa carreira.