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MUNDO

Estudante acha bilhete estilo "cápsula do tempo", de 1986

Australiano redescobriu a "tradição" e post viralizou na internet
02/09/2015 17:10 - TERRA


 

Um estudante australiano redescobriu uma bela "tradição" que estava bem escondida no meio das páginas de um livro. Matthew Di Caterina, da Universidade de Adelaide, na Austrália, encontrou um bilhete que aparenta ter sido escrito originalmente em 1986. As informações são do Mirror .

O encontro inusitado aconteceu quando Matthew estava escrevendo um texto, que já estava com a entrega atrasada, na Biblioteca Barr Smith. Porém, o bilhete antigo chamou sua atenção. “Este pedaço de papel serve como uma cápsula do tempo para o primeiro que encontrá-lo”, dizia. “Volte no tempo ara às 21h45 do dia 14 de outubro de 1986. Pergunte-se ‘onde eu estava? O que estava fazendo?’”.

“Eu estava na Biblioteca Barr Smith escrevendo um artigo”, continua. “Adicione a data que você encontrou o bilhete, na parte de trás, e coloque de volta no livro para que ele seja descoberto de novo, e de novo, e de novo.”

Do outro lado da mensagem, tinham outras 12 anotações no mesmo estilo. Confira algumas mensagens deixadas pelos antigos alunos:

“4/6/87 – Meu 20º aniversário”, escreveu o estudante que estaria com 48 anos atualmente.

“17/7/1988 escrevendo um relatório atrasado e é muito muito tarde”, anotou outro.

“Uma ideia divertida, feliz de me juntar ao time”, escreveu um aluno em agosto de 1989.

“Já tem um tempo que alguém leu este livro”, observaram em 3 de novembro de 2002.

Os tempos mudaram mais do que o autor original da nota poderia imaginar. O post feito por Matthew Di Caterina com o bilhete viralizou na internet e ele continuou com a tradição, dando um toque mais “moderno”: “escrevendo um texto”, ele acrescentou, ao lado da hashtag “#atrasado”.

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...