{"id":47311,"date":"2026-07-16T07:15:00","date_gmt":"2026-07-16T10:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/?p=47311"},"modified":"2026-07-15T11:40:16","modified_gmt":"2026-07-15T14:40:16","slug":"pais-estabelece-regra-severa-e-passa-a-cobrar-r-1-000-por-dia-de-turistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/pais-estabelece-regra-severa-e-passa-a-cobrar-r-1-000-por-dia-de-turistas\/","title":{"rendered":"Pa\u00eds estabelece regra severa e passa a cobrar R$ 1.000 por dia de turistas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Reino do But\u00e3o adotou uma das pol\u00edticas mais rigorosas do mundo para controlar a entrada de visitantes estrangeiros. O pa\u00eds cobra uma taxa di\u00e1ria que supera R$ 1.000 dos turistas internacionais. A medida integra uma estrat\u00e9gia voltada \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o ambiental e cultural.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Localizado na regi\u00e3o do Himalaia, o But\u00e3o busca limitar o turismo de massa e reduzir os impactos provocados pelo aumento do fluxo de visitantes. A cobran\u00e7a faz parte da chamada Taxa de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel. O modelo prioriza a conserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais e o desenvolvimento local.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Taxa financia investimentos no pa\u00eds<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O valor exigido corresponde a cerca de US$ 200 por dia para cada turista estrangeiro. Os recursos arrecadados s\u00e3o destinados a \u00e1reas consideradas estrat\u00e9gicas pelo Governo, como sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o ambiental. A pol\u00edtica procura equilibrar o crescimento do turismo com a prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio nacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com o alto custo para visitantes, o pa\u00eds continua recebendo turistas interessados em conhecer suas paisagens e tradi\u00e7\u00f5es. Em 2023, pouco mais de 100 mil pessoas visitaram o But\u00e3o. A estrat\u00e9gia privilegia um n\u00famero menor de viajantes, mas com maior contribui\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica para o destino.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Turismo (OMT), o setor representa aproximadamente 10% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Esse crescimento levou diversos pa\u00edses a discutir formas de reduzir os efeitos da atividade sobre comunidades locais e ecossistemas. O But\u00e3o \u00e9 um dos exemplos mais conhecidos desse modelo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unma-desai-C26aNKzvhD4-unsplash-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-47314\" srcset=\"https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unma-desai-C26aNKzvhD4-unsplash-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unma-desai-C26aNKzvhD4-unsplash-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unma-desai-C26aNKzvhD4-unsplash-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unma-desai-C26aNKzvhD4-unsplash-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unma-desai-C26aNKzvhD4-unsplash-1-750x500.jpg 750w, https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unma-desai-C26aNKzvhD4-unsplash-1-1140x760.jpg 1140w, https:\/\/correiodoestado.com.br\/variedades\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/unma-desai-C26aNKzvhD4-unsplash-1.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9ditos: Unma Desai \/ Unsplash<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a outros destinos<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto o But\u00e3o adota uma cobran\u00e7a elevada, outros destinos tur\u00edsticos utilizam taxas significativamente menores. Veneza, na It\u00e1lia, cobra uma tarifa para controlar o acesso em determinados per\u00edodos. J\u00e1 a ilha de Maiorca, na Espanha, aplica uma taxa vinculada \u00e0s hospedagens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com essas cobran\u00e7as, diversas cidades continuam enfrentando desafios relacionados \u00e0 superlota\u00e7\u00e3o durante as temporadas de maior movimento. No caso do But\u00e3o, a limita\u00e7\u00e3o do n\u00famero de visitantes faz parte da pr\u00f3pria pol\u00edtica nacional de turismo. A arrecada\u00e7\u00e3o obtida com a taxa tamb\u00e9m contribui para financiar projetos p\u00fablicos e a\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o ambiental e ao desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Reino do But\u00e3o adotou uma das pol\u00edticas mais rigorosas do mundo para controlar a entrada de visitantes estrangeiros. 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