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CORREIO VEÍCULOS

Citroën Ami Electric: amigo do ambiente e do bolso

O carro elétrico tem um motor de 8 cavalos, autonomia de 70 quilômetros e pode ser alugado pelo equivalente a R$ 100 por mês
07/03/2020 19:00 - Daniel Dias/AutoMotrix


 

De tão revolucionário e preocupado com a saúde do planeta e de seus ocupantes, o novo modelo 100% elétrico da Citroën não poderia ter outro nome: Ami (amigo, em português). Descendente direto do protótipo Ami One, apresentado no Salão de Genebra do ano passado (a mostra suíça em 2020 foi cancelada devido às ameaças do coronavírus), o Ami é um modelo de produção e promete responder às novas necessidades de mobilidade urbana e de curtas distâncias. Juntamente com suas dimensões diminutas e as nulas emissões de poluentes, os preços do “carrinho” são um convite ao prazer: para comprá-lo, basta tirar 6.700 euros do bolso (cerca de R$ 33 mil), para alugá-lo, meros 20 euros (R$ 100) por mês, e para compartilhar com outros “camaradas”, míseros 10 euros (R$ 50) mensais. Mais: por se tratar quase de um quadriciclo, não é necessário ter carteira de habilitação para conduzi-lo. Basta, por exemplo, uma carta de motorista exigida na França para qualquer pessoa, mesmo aquelas que não conduzem automóveis. A Citroën começará a aceitar pedidos a partir de 30 de março, com previsão de entrega das primeiras unidades em junho deste ano nos principais mercados europeus. O Ami poderá ser adquirido inteiramente pela internet, com o comprador recebendo o modelo em sua casa, gratuitamente. Também estará disponível em lojas como a Fnac e a Darty.

O visual do Ami mistura elementos retrôs com futuristas. Com apenas 2,41 metros de comprimento, 1,39 metro de largura e 1,53 de altura, o carro tem frente e traseira exatamente iguais. É equipado com motor elétrico de 6 kW – por volta de 8 cavalos de potência –, tem um conjunto de baterias de 5 kWh de capacidade e pesa somente 485 quilos. De acordo com a marca francesa, uma carga completa leva aproximadamente três horas para ser preenchida. Isso faz o Ami chegar a uma velocidade de até 45 km/h e a uma autonomia de 70 quilômetros, suficiente para o deslocamento médio diário em uma cidade grande. Segundo a Citroën, o carro não tem equivalente no cenário da mobilidade e permite uma experiência de condução verdadeiramente “amigável”, nascida do desejo de torná-la acessível e fácil para todos.

 
 

O Ami foi projetado de dentro para fora. Tem um interior que lhe dá uma sensação diferente de tudo que existe atualmente ou no passado e é espaçoso, apesar das dimensões. Tem uma cor externa específica, nem muito feminina nem muito masculina e que trabalha com os diferentes pacotes de tonalidades que desenvolvemos (azul, branco, cáqui e laranja) para os detalhes. O Ami é uma base que pode se tornar em um objeto completamente personalizado, com acessórios externos e internos que são de estilo puro ou oferecem funcionalidade extra realconta Pierre Leclercq, chefe do Citroën Style. A cabine é fechada e oferece dois lugares lado a lado (sendo o banco do condutor regulável longitudinalmente e o do passageiro, fixo), com uma generosa luminosidade, vinda da ampla superfície envidraçada e do teto solar panorâmico, com as janelas abertas inclinando-se manualmente para cima. Os retrovisores externos são arredondados e reguláveis. O painel de instrumentos, oriundo do Ami One, está colocado atrás do volante e exibe informações relevantes para a condução, com uma área à direita dedicada para acomodar o smartphone, que se transforma no menu principal e dá acesso à navegação e à música. Com sete versões diferentes, o Ami propõe, ainda, um kit de acessórios composto por uma rede central de separação, por um tapete de piso, por uma bandeja de armazenamento na parte superior do painel de bordo, por um gancho para mala e uma pinça para celulares. Por meio do aplicativo My Citroën, o motorista pode ter em seu smarthphone informações sobre autonomia, alertas de manutenção e estações de recarga mais próximas. 

Felpuda


Esforços vêm sendo feitos por certos candidatos derrotados na tentativa de conseguir emplacar em cargos públicos comissionados alguns ex-integrantes das equipes de trabalho da campanha eleitoral.

A preocupação não seria, na realidade, com situação de dificuldades que essas pessoas enfrentariam a partir de agora, mas, sim, para livrarem-se de pagar pendências trabalhistas referentes ao período da disputa. Tem cada uma!