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A Royal Enfield anunciou a chegada da linha 2021 da Himalayan no Brasil
12/10/2020 18:34 - Edmundo Dantas/AutoMotrix


Para os ansiosos

A Royal Enfield anunciou a chegada da linha 2021 da Himalayan no Brasil e a pré-venda vai até o final de outubro. Os interessados na trail devem se cadastrar no site www.novahimalayan.com.br. Será enviado um código aos cadastrados, que devem informá-lo à concessionária de sua preferência em até quarenta e oito horas. A reserva será confirmada mediante o pagamento de um sinal de R$ 2 mil. Segundo a Royal Enfield, a quantidade de motos reservadas para a pré-venda é limitada e será necessário que o cliente aguarde um prazo estipulado em contrato pela marca para receber sua motocicleta. O cadastro no site equivale apenas a uma pré-reserva e não garante a compra da moto. Mais informações estão disponíveis em www.novahimalayan.com.br. Lançada no Brasil em 2019, a Himalayan chega a sua linha 2021 com o mesmo motor monocilíndrico de 411 cm³ refrigerado a líquido e comando de válvulas SOHC, com potência de 24,5 cavalos e torque de 3,2 kgfm. As novidades ficam por conta dos recursos adicionais para aprimorar a pilotagem, que incluem freios ABS de canal duplo com comando para desativação do sistema da roda traseira, proporcionando mais controle em condições de off-road. O novo modelo da marca indiana chega em três novas opções de cores – azul, vermelho e cinza –, que se juntam às já existentes – branca e preta. O preço fica em R$ 19.390, fora o frete.

Ultrapassando a crise

Os emplacamentos de motocicletas no Brasil fecharam setembro em alta. Pelos dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacadas 99.623 motocicletas em setembro, alta de 3,77% em relação a agosto, quando o total ficou em 96.004 vendas. No acumulado de janeiro a setembro deste ano, foram emplacadas 631.081 unidades, queda de 20,78% em relação ao mesmo período de 2019. Contudo, na comparação feita com setembro do ano passado, a elevação nas vendas foi de 13,55%. Ou seja, ao contrário do que acontece com os automóveis – segmento onde as vendas de setembro foram quase 11% menores em relação às do mesmo mês em 2019 –, o mercado brasileiro de motocicletas já consegue médias diárias de vendas superiores às do ano passado.  

O G da questão

A BMW havia anunciado que a apresentação das novas G 310 R e G 310 GS seria no dia 8 de outubro, mas a G 310 GS “queimou a largada” e deu as caras antes. O modelo de entrada da linha de aventureiras da marca alemã recebeu novos grafismos e detalhes em sua carenagem. O conjunto óptico agora é full-led e o acelerador é eletrônico. Os manetes de freio e a embreagem tornaram-se ajustáveis em quatro níveis. O motor monocilíndrico de 313 cm³ permanece com os mesmos 34 cavalos a 9.250 rotações por minuto e 2,9 kgfm a 7.500 giros da G 310 GS anterior, que continua a ser vendida no Brasil por R$ 27.750. Não há informações sobre a vinda da nova geração ao mercado brasileiro.

Baterias afinadas

As novas motocicletas estão cada vez mais complexas tecnologicamente. Por isso, as baterias tiveram de evoluir para fornecer a energia necessária para manter todos esses novos equipamentos em funcionamento. Sistema de iluminação, ignição eletrônica e bobinas, auxiliares de pilotagem, sistema elétrico, eletrônicos e uma grande variedade de acessórios consomem uma pequena corrente, mesmo quando a moto está desligada. A durabilidade de uma bateria está relacionada a fatores como a frequência de uso, à utilização ou não de mantenedores de carga, às condições do sistema elétrico (alternador, retificador e chicote elétrico) e até à temperatura ambiente. Em caso de necessidade de carregar a bateria, o ideal é que seja usado um carregador específico para motocicletas. Alguns fabricantes de baterias, como a Motobatt, disponibilizam carregadores inteligentes, que fazem uma flutuação de carga para evitar o superaquecimento, que reduz a capacidade de armazenamento de eletricidade da bateria.  

 

Felpuda


Como era de se esperar, as pesquisas mexeram nos ânimos de candidatos, principalmente daqueles que apareceram com índices pífios.

E assim, muitos deles certamente darão novo rumo às suas campanhas eleitorais.

A maioria, é claro, tenta mostrar otimismo, e o que mais se ouve por aí é que “agora o momento será de virada”.

Como disse atento e irônico observador: “Tem gente por aí que poderá virar, sim. Mas virar gozação!”. Ui...