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A Dacia anuncia a nova geração do Logan e seus hatches Sandero e Stepway na Romênia
09/09/2020 14:36 - Daniel Dias/AutoMotrix


Primeiro, lá

Concebidos pela romena Dacia, do grupo Renault, o Logan e seus hatches Sandero e Stepway terão nova geração no país europeu apresentada no final deste mês, devendo chegar ao Brasil em 2022. A linha Sandero/Logan teve um “facelift” no mercado brasileiro em 2019. O sedã compacto foi lançado no Brasil em 2004, enquanto a estreia do hatch – que era o modelo mais vendido da Renault no país antes da vinda do Kwid – foi em 2007. Com os novos Sandero, Stepway e Logan, a Dacia apresenta uma terceira geração totalmente revista e com um design repaginado. Nos últimos quinze anos, a Dacia operou uma verdadeira metamorfose e impôs-se como a marca líder em segmentos específicos. E o Sandero tornou-se, desde 2017, o automóvel mais vendido a clientes particulares na Europa. O novo Sandero mostra uma forte personalidade e uma sensação de grande robustez. O para-brisa é mais inclinado e o teto, mais baixo, tornando as linhas mais fluidas. Com altura em relação ao chão mais elevada, o novo Stepway é o modelo mais polivalente da gama Dacia, com uma imagem de crossover e um capô exclusivo. Completamente resenhada, a silhueta do novo Logan é mais esguia e dinâmica e ligeiramente mais comprida. As demais informações, especialmente quanto às motorizações, serão divulgadas no dia 29 de setembro.

Menor desvalorização

A BMW tem três dos dez modelos que mais valorizaram em um ano no Brasil, de acordo com levantamento feito pela Kelley Blue Book, empresa especializada em pesquisa de preços de carros novos e usados. A metodologia da pesquisa se baseou no acompanhamento dos preços no período de agosto de 2019 a agosto de 2020 e considerou modelos que não passaram por mudanças de geração, além de veículos com histórico de seis meses de mercado. Os carros da marca alemã que mais valorizaram em um ano são o Série 4 (valorização de 2,1%), o X4 (0,8%) e o X5 (0,4%). O Série 5, o Série 2 e o Z4 tiveram desvalorização de 1,5% em doze meses. “Respeito ao cliente e planejamento são fundamentais em nossa rotina, e esse reconhecimento reforça nosso modelo de trabalhar com veículos completos. Com uma grande ofensiva de produtos, buscamos oferecer prazer de dirigir, a melhor tecnologia, equipamentos, serviços e preço ao cliente por meio de um valor residual mais justo em cada real pago”, afirma Roberto Carvalho, diretor Comercial da BMW do Brasil. Cabe ressaltar que o período avaliado é atípico em relação ao comportamento dos preços – o cenário foi de readequação do mercado devido à alta nos custos de produção e comercialização de veículos zero-quilômetro. Nesse sentido, alguns modelos ou versões de seminovos experimentaram valorizações nos preços praticados devido a um fator conhecido como “efeito elástico de preços de seminovos”. Em determinadas circunstâncias, esse efeito pode fazer com que seminovos sigam a tendência da alta de preço observada em seus respectivos zero-quilômetro.

Quatro meses perdidos

Conforme a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), agosto registrou os melhores números desde o início da pandemia da Covid-19. Na comparação com julho, a produção de veículos no Brasil foi de 210,9 mil unidades, com crescimento de 23,6%. Os licenciamentos (183,4 mil) aumentaram 5,1%, enquanto as exportações (28,1 mil) caíram 3,4%. No entanto, quando confrontados com os volumes de agosto do ano passado, esses três números registraram quedas superiores a 20%, indicando um longo caminho de recuperação até os níveis pré-pandemia. No acumulado dos primeiros oito meses, a comparação é ainda mais desfavorável. Os licenciamentos (1.166,7 milhão) recuaram 35%, as exportações (176,7 mil) encolheram 41,3% e a produção (1.110,8 milhão) despencou 44,8%, repetindo volumes similares aos de quase vinte anos atrás. “É como se perdêssemos três meses de vendas internas e quase quatro meses de produção. Se não fosse a pandemia, na metade de maio, já teríamos chegado aos patamares atingidos nesse fechamento de agosto”, analisa Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, evidenciando o tamanho das perdas do setor automotivo. “Se antes da pandemia já alertávamos para a falta de competitividade do nosso país, agora, a situação é ainda mais urgente. O mercado global de veículos deve encolher de 91 milhões de unidades em 2019 para menos de 75 milhões neste ano, gerando uma ociosidade inédita na indústria mundial. Só atacando as causas do Custo Brasil é que teremos condições de evitar um encolhimento ainda maior do setor automotivo nacional”, alerta Moraes.

Americanos e japoneses juntos

Após extensas discussões preliminares, a General Motors e a Honda anunciaram a assinatura de um memorando de entendimento para o estabelecimento de uma aliança automotiva na América do Norte. O objetivo da aliança proposta inclui uma gama de veículos a serem vendidos sob as marcas distintas de cada empresa, bem como cooperação em compras, pesquisa e desenvolvimento e serviços conectados. Sob a aliança proposta, a Honda e a GM colaborarão em uma variedade de segmentos na América do Norte, com a intenção de compartilhar plataformas de veículos em comum, incluindo sistemas de propulsão eletrificados e de combustão interna. As discussões sobre o planejamento de desenvolvimento conjunto começarão imediatamente. O trabalho de engenharia terá início em 2021. O anúncio é um avanço a partir do acordo assinado entre as empresas em abril deste ano para desenvolver em conjunto dois veículos elétricos totalmente novos para a Honda utilizando a plataforma EV mundial da GM movida por baterias Ultium. A relação GM/Honda, que começou há mais de duas décadas, engloba a recente colaboração entre as empresas em células de combustível, baterias e o veículo autônomo compartilhado Cruise Origin. “Esta aliança ajudará as duas empresas a acelerar o investimento em futuras inovações em mobilidade, disponibilizando recursos adicionais”, comentou Mark Reuss, presidente da General Motors. “Por meio dessa nova aliança com a GM, podemos alcançar eficiências de custo substanciais na América do Norte, o que nos permitirá investir em tecnologia de mobilidade futura, enquanto mantemos nossas próprias ofertas de produtos distintos e competitivos. Dessa forma, a Honda continuará fazendo progresso constante na solidificação dos nossos negócios existentes, concretizando produtos fortes, com forte capacidade de fabricação e uma forte estrutura de negócios”, disse Seiji Kuraishi, vice-presidente executivo da Honda Motor Co. Ltd. Por enquanto, a parceria não deve se espraiar para outros países.

 
 

Siga o irmão menor

Após a revelação do renovado 3008, a Peugeot estendeu uma evolução idêntica ao 5008 e sua derivação com distância de entre-eixos ampliada e sete lugares. No essencial, o modelo recebe as mesmas melhorias, embora contando com uma oferta de motores ligeiramente diferente, sem opções híbridas, mas integrando uma motorização a diesel mais potente. Visualmente, o principal destaque é para a frente redesenhada, dominada pela nova grade sem moldura, que se prolonga sob os faróis, ligando todos os elementos, pelos conjuntos ópticos de novo desenho, por leds em todas as versões e com luzes diurnas em formato de “garra”. Relativamente aos motores, são três opções. A gasolina, o 5008 terá o 1.2 PureTech (turbo) de três cilindros, 130 cavalos e câmbio manual de 6 marchas de série e caixa automática de 8 velocidades como opcional. A diesel, são duas as possibilidades: 1.5 BlueHdi de 130 cavalos, com as mesmas ofertas de transmissão, e 2.0 BlueHdi de 180 cavalos, sempre combinado com a caixa automática de 8 velocidades. Todas as configurações têm os modos de condução “Normal”, “Sport” e “Eco”.

Fantasma de sonhos

O impressionante Ghost 2021 utiliza a mesma plataforma escalonável do Phantom, lançado em 2017, e do SUV Cullinan, revelado um ano depois, e é superlativo como tudo na Rolls-Royce. O Ghost é equipado com motor de 6,75 litros V12 twin-turbo capaz de gerar 563 cavalos de potência e 63 kgfm de torque, disponíveis a 1.600 rotações por minuto, sem esforço, segundo a marca britânica de clássicos sobre rodas. O “powertrain” se completa com uma transmissão automática de 8 velocidades e tração integral permanente. Os engenheiros de Goodwood trabalharam para tornar o passeio a bordo da “nave” o mais silencioso possível. A acústica do novo carro tem sido uma prioridade, e recursos como uma seção de anteparo de painel duplo e cem quilos de material de absorção de som foram introduzidos para tornar o interior mais silencioso. Ao mesmo tempo, o novo Ghost se beneficia de janelas com vidros duplos e pneus revestidos de espuma isolante de som. Coisas vistas apenas na “Terra da Rainha”. O pródigo uso de alumínio - incluindo toda a superestrutura visível e todos os conjuntos de portas - também ajuda a reduzir os ruídos. O V12 do Ghost é colocado logo após o eixo dianteiro para um equilíbrio de 50/50, o que não é pouca coisa quando um carro tem impressionantes 5,54 metros de comprimento, quase nove centímetros a mais em relação à versão anterior. O novo Ghost é ainda três centímetros mais largo, para acomodar os novos sistemas de tração e esterçamento nas quatro rodas, além do Sistema de Suspensão Planar todo redesenhado.

Para romper padrões

“Revolucionário”. Essa é a palavra escolhida pela Hyundai para definir o estilo do novo Tucson, cujas primeiras imagens acabam de ser mostradas na internet e revelam apenas a assinatura visual garantida pelos grupos ópticos dianteiros e traseiros. A estreia oficial, e na íntegra, da nova geração do SUV, a quarta de sua história, está marcada para o próximo dia 15. Mas a Hyundai já adiantou que o Tucson contará com uma nova disposição do interior, denominada “Interspace”, capaz de oferecer uma habitabilidade otimizada, para uma experiência intuitiva de alta tecnologia, em que se cruzam espaço, tecnologia e informação. Tudo isso, claro, nas palavras da fabricante sul-coreana. Para tal, o painel de instrumentos foi colocado em uma posição mais baixa, o velocímetro e o conta-giros foram removidos, dando lugar a uma tela de superfície “simplista”, e a forma do console central foi inspirada em cascatas. O novo Tucson será mais comprido e mais largo do que o atual e terá uma distância entre ao eixos maior. Nunca é demais lembrar que o Tucson produzido em Goiás nada tem a ver com a versão global do carro. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Tucson é o que o brasileiro conhece como ix35.

 

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...