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MOTOMAIS

Confira as dicas e novidades semanais sobre motos no Brasil e no mundo

A BMW volta a comercializar nacionalmente a R 1250 RTO, com preço inicial de R$ 165.750
05/10/2020 17:00 - Edmundo Dantas/AutoMotrix


Como um raio

A Harley-Davidson LiveWire estabeleceu novos recordes de tempo de arrancada e velocidade máxima em uma motocicleta elétrica de produção em série durante um evento de corrida de Arrancada. Angelle Sampey, pilota três vezes campeã do Pro Stock Motorcycle, saiu de sua moto de competição Harley-Davidson FXDR Pro Stock para conduzir a LiveWire ao recorde mundial, correndo o Oitavo de Milha (201,2 metros) em 7,01 segundos e o curso completo de Quarto de Milha (402,3 metros) em apenas 11,15 segundos, a 177,59 km/h.  A velocidade máxima da motocicleta LiveWire 2020 de série é limitada a 177 km/). Os recordes aconteceram durante as competições de Denso Spark Plugs NHRA U.S. Nationals, que ocorreram na Lucas Oil Raceway, em Indianápolis, nos Estados Unidos. “Deixem-me contar o que é mais incrível. Essa foi a primeira vez que andei com uma LiveWire e não via a hora para colocá-la na pista. A LiveWire é muito fácil de se conduzir. Basta girar o acelerador e pronto, você realmente vai!”, comemorou Angelle.

Direto da Baviera

A BMW R 1250 RT volta a ser oferecida no Brasil. O preço parte de R$ 165.750 na versão com a cor Branco Alpine e vai a R$ 178.750 na Azul Planet – que acrescenta alguns itens. Disponível nas lojas brasileiras a partir de 19 de outubro, a R 1250 RT vem com o mesmo o motor boxer que equipa a big trail R 1250 GS, com 136 cavalos a 7.750 rpm e (sem este ‘gera’) 14,5 kgfm em 6.250 giros. O “powertrain” traz comando de válvulas variável ShiftCam e transmissão de 6 velocidades, com embreagem hidráulica multidisco lubrificada a óleo. A BMW R 1250 RT pesa 279 quilos sem carga e vem com rodas aro 17 polegadas com tala 3,5 polegadas na frente e 5,5 polegadas atrás. Os freios contam com sistema ABS integral e a suspensão dianteira é Telelever. Na traseira, usa o sistema de monobraço oscilante em alumínio fundido. O modelo traz também o sistema de suspensão semiativa eletrônica Dynamic-ESA, que faz um ajuste automático de amortecimento de acordo com as condições do terreno.

Moto do leão

A Peugeot é uma das mais renomadas fabricantes de automóveis do mundo e acaba de completar duzentos e dez anos. Na Europa, a marca francesa tem uma divisão de scooters. Na Itália, comercializa scooters que vão dos 50 cm³ até 200 cm³, depois de ter deixado de lado o mercado das motocicletas há mais de seis décadas. Contudo, pode voltar ao nicho das motos com uma equipada com um motor de 300 cm³. O modelo que marca o início da proposta terá o design esportivo inspirado no conceito P2X, exibido no Salão de Paris de 2018. A iniciativa englobando o nome Peugeot vem da indiana Mahindra, que já controla a marca britânica Royal Enfield e, em 2019, comprou toda a divisão de motocicletas dos franceses. E a proposta dos indianos é reposicionar a divisão de motos da Peugeot globalmente. 

Inflável e inflacionado

A grife italiana Alpinestars lançou no Brasil seu primeiro sistema de airbag totalmente independente. Chamado de Tech-Air 5, ele pode ser usado por baixo de qualquer tipo de jaqueta, seja sintética ou de couro. Segundo a fabricante, é leve e oferece uma proteção equivalente a dezoito protetores de coluna utilizados por um motociclista. O novo airbag tem um sistema eletrônico com seis sensores integrados e um algoritmo de quedas e colisões que, aliado à IA (inteligência artificial), monitora com precisão quando o airbag deve ser acionado. O tempo de enchimento da bolsa de ar é de 20 a 40 milésimos de segundo, com base no volume do tamanho do airbag. Segurança é fundamental, mas o preço do Tech-Air 5 no Brasil é um tanto “inflado”: R$ 6.315.

 
 

Felpuda


Ex-cabecinha coroada anda dizendo por aí ser o responsável por vários projetos para Campo Grande, executados posteriormente por sucessor. 

Ao fim de seus comentários, faz alerta para que o eleitor analise atentamente de como surgiram tais obras e arremata afirmando que não foi “como pó mágico de alguma boa fada madrinha. 

Houve muito suor nos corredores de Brasília”. Então, tá!...