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VEÍCULOS

Com o Bongo K2500 2021, a Kia Motors planeja crescer no segmento de VUCs

O Bongo é o único veículo comercial comercializado no Brasil pela montadora
01/09/2020 17:00 - Luiz Humberto Monteiro Pereira/AutoMotrix


Um segmento do setor automotivo que parece ter escapado do “engarrafamento econômico” causada pela pandemia do coronavírus é o de entregas urbanas. Com o forte crescimento das compras pela internet, os VUCs (veículos urbanos de carga), que estão autorizados a circular onde há restrições ao tráfego de caminhões grandes, tornaram-se cada vez mais estratégicos na distribuição de mercadorias nos grandes centros. Outra característica favorável desses pequenos caminhões é que podem ser dirigidos com a carteira de habilitação normal para automóveis, do tipo ‘B’. Para não ceder espaço à concorrência cada vez mais acirrada no setor, a Kia Motors do Brasil inicia esta semana a venda da linha 2021 do comercial leve Bongo K2500. 

O Bongo é o único veículo comercial comercializado no Brasil pela Kia, que se concentra na importação de automóveis de passeio como o hatch Rio, o sedã Cerato e o utilitário esportivo Sportage, produzidos no México, e o crossover Soul, o sedã esportivo Stinger GT, o utilitário esportivo Sorento e a minivan Grand Carnival, trazidos da Coreia do Sul. Desde 2010, o Bongo é montado na fábrica Nordex, em Montevidéu, no Uruguai, que é controlada pelo Grupo Gandini, com sede na cidade paulista de Itu e responsável pela distribuição oficial dos veículos Kia nos mercados brasileiro e uruguaio. Atualmente, 95% da produção da Nordex é destinada ao Brasil, e os outros 5%, ao mercado interno uruguaio, mas há possibilidades de futura exportação para os demais países do Mercosul. 

Seguindo as novas normas brasileiras de segurança veicular, o VUC da Kia incorporou cinto de segurança de três pontos e encosto de cabeça para todos os seus três ocupantes. No primeiro semestre de 2020, a marca sul-coreana também disponibilizou outra novidade em conforto, com a comercialização de nova versão com ar-condicionado de fábrica. “Ao longo de 2019, com a participação de engenheiros e fornecedores brasileiros e uruguaios, desenvolvemos e testamos os pontos de fixação do cinto e o encosto de cabeça. As novidades, homologadas por certificadoras, asseguram o conforto e a segurança de todos os seus ocupantes, sendo um motorista e dois passageiros. Com cada vez mais autônomos atuando com sistema de delivery e com o crescimento do e-commerce, os novos itens de conforto e segurança vem em perfeita sintonia”, explica Gustavo Gandini, diretor de Operações da Kia Motors do Brasil.

O novo Bongo K2500 é movido por um motor 2,5 litros turbodiesel intercooler e potência de 130,5 cavalos a 3.800 rpm, que trabalha acoplado a uma transmissão manual de 6 velocidades. A capacidade de carga no chassi é de 1.812 quilos. Segundo a Kia, o Bongo foi especialmente desenvolvido para atender às mais diversas necessidades de uso diário e tem grande aceitação entre consumidores que buscam em um comercial leve de seu segmento atributos como resistência, durabilidade, baixo custo, força e desempenho. Outra vantagem que a marca destaca em relação aos concorrentes é a garantia de três anos ou 100 mil quilômetros. 

Nos sete primeiros meses de 2020, foram vendidas 1.512 unidades do Bongo K2500. Em janeiro, emplacou duzentas e setenta e quatro unidades, porém, em julho, já foram trezentas e noventas vendas - uma evolução de 42,3% na média mensal. O preço do Bongo 2021 é de R$ 99.990, na versão sem ar-condicionado, e de R$ 105.990, na configuração com o equipamento. Os principais concorrentes apontados pela Kia são o Hyundai HR (R$ 91.890), os Iveco Daily City (R$ 117.800) e Daily 35s14 (R$ 144.300) e o Renault Master chassi (R$ 146.390). “Entre os atributos que estimulam o crescimento das vendas do Bongo estão o menor coeficiente aerodinâmico, que possibilita um menor consumo de combustível, o chassi duplo ‘C’, que oferece maior robustez e durabilidade, e a chave tipo canivete com travamento/destravamento a distância. E o custo das revisões do Bongo ainda é 21% menor que o do HR”, avalia Anselmo Borgheti, diretor comercial da Kia Motors.

 
 

Felpuda


Esforços vêm sendo feitos por certos candidatos derrotados na tentativa de conseguir emplacar em cargos públicos comissionados alguns ex-integrantes das equipes de trabalho da campanha eleitoral.

A preocupação não seria, na realidade, com situação de dificuldades que essas pessoas enfrentariam a partir de agora, mas, sim, para livrarem-se de pagar pendências trabalhistas referentes ao período da disputa. Tem cada uma!