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PICAPE

Nova Volkswagen Amarok V6 com 258 cavalos – podendo chegar a 272 cavalos

A montadora estreia nova versão da picape com motor 3.0 V6 turbodiesel
06/11/2020 16:12 - Daniel Dias/AutoMotrix


Com o objetivo de alcançar no Brasil o mesmo sucesso que desfruta na Argentina, onde é produzida desde seu lançamento, em 2010, na fábrica de General Pacheco, a Amarok ganha uma nova versão dotada de um “motorzão” 3.0 V6 TDI (turbodiesel) com 258 cavalos, o mais potente da categoria. A nova configuração é destinada principalmente para as lidas do campo e o sempre crescente agronegócio, embora a picape média da Volkswagen disponha de conforto e dirigibilidade de um SUV de luxo para o uso urbano e rodoviário. A pré-venda já se iniciou no Brasil, em duas configurações com o mesmo “powertrain”, a Highline, com preço de R$ 243.290, e a Extreme, a R$ 256.390. Para extrair potência extra, a Volkswagen promoveu um trabalho especial sobre o motor V6 da Amarok. Com uma nova calibração da ECU (central eletrônica), o propulsor passou de 225 cavalos (165 kW) para 258 cavalos (190 kW), um ganho de 33 cavalos (25 kW) ou 15%, entregue de 3.250 a 4 mil rotações por minuto. O torque também foi aumentado, passando de 56,1 kgfm para 59,1 kfgm (5%), à disposição de 1.400 a 3 mil giros. Segundo a Volkswagen, os números de desempenho da versão da picape são de uma aceleração de zero a 100 km/h em 7,4 segundos e uma velocidade máxima de 190 km/h (limitada eletronicamente).

Outra novidade é a função “Overboost” – semelhante ao “push-to-pass” da Stock Car para facilitar nas ultrapassagens –, que, durante 10 segundos, garante um crescimento de 14 cavalos para a Amarok, chegando a 272 cavalos. A função extra está ao alcance do motorista de 50 a 120 km/h. Depois de usado o dispositivo, o motor retoma sua potência normal. A transmissão automática de 8 marchas continua equipando a picape média, com uma recalibração para se adequar aos novos padrões de potência e torque. Conforme a marca alemã, esse câmbio tem trocas suaves e praticamente imperceptíveis para dar conforto aos ocupantes e uma eficiência energética. As trocas de marchas podem ser feitas manualmente em “paddles shifts” localizados atrás do volante.

Assim como a transmissão automática, a tração integral 4Motion foi mantida, para conferir a capacidade e a segurança máximas, notadamente em situações fora-de-estrada, como em pisos de terra, cascalho ou muito acidentados. Outros recursos eletrônicos de série são o Controle Eletrônico de Estabilidade, o Controle Automático de Descida, o Auxílio de Partida em Subida, o Sistema de Assistência à Frenagem, o Controle de Tração, o Bloqueio Eletrônico do Diferencial, os freios ABS off-road, o Sistema de Frenagem na Chuva, os freios com discos ventilados nas rodas traseiras, os airbags frontais e laterais para motorista e passageiro da frente e o Freio Pós-Colisão (sistema que para o veículo após uma batida frontal.

 
 

Conforme a Volkswagen, uma das principais qualidades da Amarok V6 é proporcionar um rodar semelhante ao de um utilitário esportivo, independentemente de a caçamba estar cheia ou vazia. Isso vem dos recursos tecnológicos e dos equipamentos voltados para o conforto e as comodidades não apenas do motorista mas de todos os ocupantes. Na configuração topo de linha Extreme, a Amarok oferece ar-condicionado digital Climatronic de duas zonas, bancos dianteiros com ajustes elétricos, câmera de ré, chave principal e reserva tipo canivete com comando remoto, função Coming Home, Piloto Automático de Velocidade, display multifuncional com computador de bordo Premium Color, faróis bixênon com luz de condução diurna (DRL) em leds e regulagem de altura, auxiliares de neblina com luz de conversão estática, indicação de pressão dos pneus, retrovisor interno eletrocrômico e externos elétricos, aquecíveis e rebatíveis eletricamente, sensores de chuva, crepuscular e de estacionamento dianteiro e traseiro, travas e vidros (nas quatro portas) elétricos, sistema de alarme com comando remoto “keyless” ,volante com regulagens de altura e profundidade, direção multifuncional e alavancas de câmbio e de freio de mão revestidos parcialmente em couro. Em termos de conectividade, as versões Highline e Extreme trazem de série uma central de infoentretenimento intuitiva Discover Media com App-Connect, CD-player/MP3, conexão Bluetooth, entradas USB, cartão SD (dois) e aux-in, sistema de navegação nativo e tecnologia de espelhamento de smartphone via Apple CarPlay e Android Auto.

Como tem ocorrido em todo o portfólio da Volkswagen, a Amarok passa a ter uma oferta “enxuta” de configurações. São três versões de acabamento – Comfortline, Highline e Extreme – e dois de motores – 2.0 TDI de 180 cavalos e 3.0 V6 TDI de 258 cavalos, sempre com cabine dupla. Junto com o “envenenado” motor 3.0 V6, a Amarok passa a oferecer o pacote Black Style, a R$ 1.880, para a versão topo de linha na cor Mystic Black. Como o próprio nome diz, a picape da Volkswagen assume, assim, um visual “dark”, com a introdução de uma série de acessórios na cor preta, como rodas de liga leve de 20 polegadas “Talca” com acabamento em preto brilhante, para-choque traseiro em preto fosco, grade dianteira com frisos em Preto Glossy e cromado, retrovisores externos em Preto Ninja, estribos tubulares em aço em preto fosco e spoiler dianteiro, frisos dos faróis de neblina e detalhes de acabamento interno em preto brilhante. Além do Preto Mystic perolizado, a nova versão tem as opções de cores Branco Cristal sólida e Prata Sirius, Cinza Indium e Azul Blue (exclusiva para a Extreme) metálicas.

A Amarok tem 5,25 metros de comprimento, 1,83 metro de altura, 1,94 metro de largura e 3,09 metros de distância de entre-eixos – para a Volkswagen, medidas ideais para ser ágil no perímetro urbano e grande no transporte de carga. A picape argentina é preparada para rodar grandes distâncias, com um tanque de combustível com capacidade para 80 litros. Já a caçamba tem volume de 1.280 litros, com dimensões de 1,55 metro de comprimento, 58 centímetros de altura, 1,62 metro de largura e 1,22 metro entre as caixas de roda. A carga útil máxima é de 1.156 quilos.  

 

Felpuda


Tropas de choque ligadas a alguns vereadores estão agitadas que só nas redes sociais na tentativa de desbancar a concorrência das “chefias” que querem porque querem. Querem a cadeira maior da Câmara Municipal de Campo Grande. A da presidência.

Segundo políticos mais antenados, trata-se do “segundo turno” das eleições do dia 15 de novembro, só que com apenas 29 eleitores.