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TESTE DA SEMANA

Sem grandes mudanças, Renegade se mantém entre os 3 primeiros da sua categoria

Avaliamos a versão topo de linha, a Limited, com o motor 1.8 aspirado
14/11/2020 07:00 - Leandro Gameiro


Sabemos que ele é o queridinho e que essa motorização está com os dias contados, porque a promessa é de que a próxima geração seja turbo. Compacto, aconchegante e estiloso, o Renegade sempre está entre os primeiros em vendas na categoria.

Não é mais novidade, pois se sabe que a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) já está exportando os motores turbo para a Argentina e demais países, mas ainda falta chegar ao Brasil. A promessa é de que as próximas gerações do Renegade e Compass já venham com esse motor, mas, enquanto não chega, avaliamos a versão topo, chamada de Limited, com o já conhecido 1.8 aspirado.

Sem grandes novidades, o Renegade passou por leve alteração estética e ganhou diversos itens de comodidade, desde a sua versão de entrada, STD, que já vem com freio a disco nas 4 rodas, piloto automático, computador de bordo de 3,4”, entre outros itens, com preço sugerido de R$ 81.590. Já na versão que avaliamos, Limited, vem tudo o que se tem direito. Exemplos: teto solar panorâmico, rodas 19”, 7 airbags, multimídia de 8,4”, faróis full Led e diversos itens que deixam o passeio mais confortável e divertido. Essa versão tem preço sugerido de R$ 122.390.

Um dos “queridinhos” da marca, o SUV de entrada da Jeep, tem muito a oferecer, e se você é daqueles que não se preocupa muito com o desempenho nem com o consumo, vale conhecer as versões flex. Mas se você é daqueles que faz contas e gosta de economia, talvez valha conhecer as versões diesel, que têm preço sugerido a partir de R$ 139.690. Caro? Sim, mas é como dizem por aí: Jeep é estilo de vida.

Impressões ao dirigir

Foram 200 quilômetros rodados e pode-se dizer que foi um teste divertido, até porque teve muito trecho urbano, um pouco de trecho rodoviário e outro tanto de estrada de terra.  

O consumo nunca foi seu ponto forte, e dessa vez ficou na casa dos 7 km/l com gasolina. Em contrapartida, o conforto, o aconchego e o silêncio a bordo predominam, porque, por ter rodas 19” e o entre eixos curto, o rodar é um pouco duro. A central multimídia interage com o carro, ou seja, podemos comandar o ar-condicionado de duas zonas e outras configurações.

Já na rodovia, foram cerca de 50 km e o compacto foi bem, mas não pode ter pressa, pois, apesar dos 135 cavalos na gasolina, ou podendo alcançar os 139 cv no etanol, a resposta é contínua, mas não tão ágil. O câmbio de seis marchas é esperto, tem aletas atrás do volante, modo Sport de pilotagem, o que melhora o desempenho, e até mesmo o consumo, que ficou na casa dos 9,5 km/l.

Como disse no começo, andei até em estrada de terra. Mesmo não tendo a tração 4x4 nas versões flex, ele vai bem, mas não pode dar “sorte para o azar”, tem de estar sempre atento e cuidar as valetas, porque ele tem espírito aventureiro e, apesar da boa altura do solo, pode enroscar embaixo. Digo que o Renegade é um SUV 99% urbano e, se precisar, ele topa qualquer parada, claro, respeitando os seus limites.

Você deve estar se perguntando se vale a pena, mas como o melhor carro é aquele que cabe no seu bolso e te serve, então todo test-drive é válido. Analise os concorrentes, o que pode ser feito por categoria ou por preço.  

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Felpuda


Embora tenha manifestação de que não haverá mudanças na administração municipal que se iniciará dia 1º de janeiro, o que se ouve por aí é que a realidade não seria bem assim.

Alguns setores deverão passar por alterações, como forma de se azeitar engrenagens que estariam deixando a desejar. 

O Diário Oficial, a partir daquela data, deverá ser a publicação mais lida a cada manhã.