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TESTE

Emoções à solta com a Royal Enfield Continental GT 650

Na cidade e nas estradas, a moto mistura liberdade e estilo retrô
07/07/2020 14:57 - Aldo Tizzani, Automotrix, Gustavo Ceccarelli/Minutor Motor


 

No início de 2020, a Royal Enfield – a marca indiana de motocicletas fundada em 1901 e que é a mais antiga em produção contínua do mundo – apresentou sua linha Twin 650 no Brasil. Os modelos mais modernos Royal Enfield – Interceptor 650 e Continental GT 650 – exibem design clássico, motor de dois cilindros e um bom custo-benefício. Ambas compartilham, além do motor, rodas, freios, painel, quadro, suspensões, escape e pneus. Porém, a ergonomia de pilotagem muda, com a posição e altura do guidão. A GT 650, com suas características retrô e ar esportivo, é uma autêntica cafe racer. Com uma pilotagem simples e de fácil entendimento, a nova Twin da Royal Enfield é uma mistura de liberdade com emoção.

Em uma espécie de resgate à época romântica do motociclismo, a GT 650, com seu bicilíndrico de 47 cavalos, é uma motocicleta que faz lembrar as grandes máquinas das décadas de 70 e 80, vindas do Japão com motores DOHC (Duplo Comando de Válvulas no Cabeçote), potentes e ao mesmo tempo dóceis de se pilotar, principalmente em longos percursos – a Honda CB 400, importada em 1979, pode ser um bom exemplo disso. A Royal Enfield Continental GT 650 tem preços sugeridos de R$ 25.990 nas cores sólidas, de R$ 26.990 nas cores custom e de R$ 27.990 para a chrome (cromada).  

 
 

Impressões ao pilotar

Para se divertir

Campinas/SP - As estradas são habitats naturais para a GT 650 por oferecer uma pilotagem mais adequada a velocidades mais altas, uma vez que o piloto adota uma postura mais racing: menos atrito com o vento, traduzido pelo guidão baixo e pelas pedaleiras recuadas. Diferentemente da sua “irmã” Interceptor 650, na qual o posicionamento do tronco do piloto fica mais ereto – ou seja, vento no peito. Na Continental GT, a pilotagem é tão suave e tão linear que muitas vezes o motociclista já está, sem perceber, a 150 km/h e com a quinta marcha engatada. 

Na Continental GT 650, o bicilíndrico de 650 cc atinge 47 cavalos de potência máxima e oferece 5,3 kgfm de torque. Uma boa notícia é que 80% dessa força já está disponível a 2.500 rpm. O câmbio é de 6 velocidades, bem escalonadas. Há uma “conversa” bastante afinada entre motor e caixa de transmissão, que se traduz em vibração quase zero. Um dos responsáveis por essa perfeita comunicação foi a adoção da embreagem deslizante. A média de consumo em circuito misto – cidade, estrada e pista – foi de 22 km/l, com a capacidade do tanque para 12,5 litros de gasolina. Resumindo: autonomia superior a 250 quilômetros.

A ciclística da Continental GT 650 é simples. Por ser bichoque, a suspenção traseira traz um belo visual retrô e fácil acesso em sua regulagem ou manutenção, além de se comportar muito bem em todos os tipos de ajustes e pisos. Os freios ABS (antitravamento) da marca ByBre, de dois canais, proporcionam uma frenagem confortável e ao mesmo tempo precisa, sem sustos. A moto usa rodas aro 18 polegadas, calçadas com pneus Pirelli Phantom (100/90-D e 130/70-T). O peso total é de 198 quilos. Sem sombra de dúvida, a Continental GT 650 agrada ao público que é atraído por sua linhagem cafe racer, além do bom custo-benefício para uma moto de sua categoria.

 
 

Felpuda


Ex-cabecinha coroada anda dizendo por aí ser o responsável por vários projetos para Campo Grande, executados posteriormente por sucessor. 

Ao fim de seus comentários, faz alerta para que o eleitor analise atentamente de como surgiram tais obras e arremata afirmando que não foi “como pó mágico de alguma boa fada madrinha. 

Houve muito suor nos corredores de Brasília”. Então, tá!...