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LANÇAMENTO

Toyota apresenta a linha 2021 do utilitário esportivo SW4 em quatro configurações

As novidades ficam por conta das atualizações visuais e de equipamentos já incorporados à picape Hilux
02/12/2020 09:28 - Daniel Dias/AutoMotrix


Uma semana depois de apresentar a linha 2021 da Hilux, a Toyota revelou a variação utilitário esportivo da picape média, o SW4. O imponente SUV da marca japonesa herda quase todos os avanços colocados na sua “irmã” de fábrica, em Zárate, na província de Buenos Aires, de onde é exportado para toda a América Latina e o Caribe. 

No design exterior, o SW4 destaca os novos conjuntos ópticos, a nova grade e o para-choque. Dentro, o modelo tem uma nova combinação de cores no estofamento e nas portas, juntamente com os mostradores do velocímetro e do taquímetro. 

O utilitário esportivo repaginado da Toyota chega em quatro configurações, duas a diesel – a SRX de cinco lugares, com preço de R$ 309.690, e a SRX para até sete pessoas, a R$ 314.790 – e duas com motorização bicombustível (exclusivas para o mercado brasileiro) – a SR, com preço de R$ 202.390, e a SRV de sete lugares, a R$ 221.090. As cores disponíveis para o novo SW4 são o Marrom Metálico, o Preto Mica, o Prata Metálico, o Cinza Metálico, o SuperBranco e o Branco Perolizado (apenas para a “top” SRX).

A linha 2021 do SW4 mantém os motores a diesel e flex. No entanto, a grande novidade é o aumento de 15% de potência no propulsor 2.8L 16V a diesel, que passa a gerar 204 cavalos, crescendo o torque em 11%, para 50,9 kgfm a 2.800 rpm. Esse novo patamar de desempenho foi possível com a incorporação de um turbo maior, no qual as pás da turbina cresceram em 25%. Outra melhoria de desempenho foi a introdução de uma válvula solenoide na direção, que contribui para um andar mais suave em baixa velocidade, enrijecendo conforme ela aumenta.

O SW4 2021 tem diferencial de deslizamento limitado eletronicamente. Quando é ativado, o freio é aplicado à roda com menor aderência - sem limitar o rendimento de potência do motor -, transferindo a força de tração para a roda com a maior contato com o chão. As versões bicombustível trazem o motor 2.7 Dual VVT-i 16V DOHC, com163 cavalos de potência a 5 mil rotações por minuto quando abastecido com etanol e 159 cavalos com gasolina nos mesmos giros. Em ambas as configurações de motorização, a transmissão é automática de 6 velocidades sequencial.