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VERSÃO ATUALIZADA

Com setenta anos de estrada, o Toyota Land Cruiser é apresentado em sua nova geração

A estrutura do chassi continua a mesma, aliada à nova plataforma GA-F, que se baseia na filosofia TNGA
23/10/2021 10:02 - Daniel Dias/AutoMotrix


O Land Cruiser era originalmente conhecido como Toyota BJ quando foi lançado, em 1951, há exatos setenta anos, com características de um veículo com tração nas quatro rodas equipado com um motor potente. 

Nas sete décadas de trajetória, o modelo tem procurado oferecer proteção e segurança para vários tipos de clientes. 

Em todo o mundo, o Land Cruiser sempre prometeu levar as pessoas a qualquer lugar e em todas as partes do planeta. 

Foi lançado no Brasil em 1958, quando foram montadas por aqui as primeiras unidades da série J20 do 4x4. 

Apesar do nome Bandeirante, o carro era idêntico ao feito no Japão, já que era importado em kits CKD (Complete Knock-Down). 

A nacionalização do Bandeirante só aconteceu em 1962, com a inauguração da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a primeira da Toyota fora do Japão. 

O J20 foi substituído pelo J40, que seguiria em produção por aqui até 2001. 

Em quarenta e três anos, a Toyota produziu 103.750 unidades do Land Cruiser no mercado brasileiro. 

No mundo todo, foram aproximadamente 10,6 milhões de unidades vendidas em mais de cento e setenta países. 

Na nova versão do Land Cruiser, a Toyota manteve a mesma estrutura de chassi, aliada à nova plataforma GA-F, que se baseia na filosofia TNGA. 

A identidade do veículo também foi remodelada pela fusão de tecnologias de ponta com conhecimentos acumulados ao longo dos setenta anos de história do veículo multiuso.

O novo Land Cruiser adota uma versão atualizada da estrutura de “escada”, utilizando as tecnologias de soldagem mais recentes, a estrutura leve de alta rigidez, com desempenho de segurança de colisão aprimorado, silêncio e qualidade de condução. 

A carroceria – para até seis pessoas, em três fileiras 2:2:2 – combina um número maior de placas de aço de alta resistência no capô, no teto e nos painéis das portas, e o trem de força foi movido sete centímetros para trás e 2,8 centímetros para baixo. 

Essas melhorias levaram a uma redução no peso de cerca de duzentos quilos, um centro de gravidade inferior e uma distribuição de peso dianteira-traseira superior.

 De acordo com a marca oriental, a redução do peso contribui ainda para melhorar o “desempenho ambiental” do modelo.

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