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Smartphones têm o dobro de jogadores de consoles; número de gamers via notebook cai

Smartphones têm o dobro de jogadores de consoles; número de gamers via notebook cai
10/03/2019 18:00 - FOLHAPRESS


 

O Brasil é detentor do 3º maior mercado gamer do mundo, e líder em número de jogadores na América Latina. Segundo uma pesquisa da Newzoo, já são 79,8 milhões de gamers no Brasil - e esse número cresce a cada ano.

A Intel, que também vê o mercado de gamers como um dos principais, elaborou uma pesquisa para traçar o perfil desses jogadores. Feita com 500 homens e mulheres, de 16 a 64 anos, e que costumam jogar ao menos oito horas por semana, a pesquisa constatou de imediato que essas pessoas jogam para relaxar, se divertir com amigos e conhecer pessoas novas.

"O motivo das pessoas comprarem PC, no fundo, é diversão. O que elas querem é se divertir", diz o diretor de marketing da Intel, Carlos Buarque. "E querem se divertir melhor e mais barato". 

Apesar da informação não ser uma novidade, é daí que sai o planejamento de diversos jogos. A pesquisa ainda identificou que os smartphones são usados por 82% dos gamers, praticamente o dobro da porcentagem de jogadores via consoles: 44%.

"Há celulares desenvolvidos pensados no público gamer", comprova Buarque. E, preferencialmente, para o público gamer feminino, que superou o masculino em 2016 e se mantém até então.

No entanto, perderam popularidade os notebooks: de 71%, agora são 60% dos jogadores. Nos PCs, o número se manteve: 69%; em contrapartida, o número de vendas de PCs exclusivamente focados em games cresceu 40% em 2017 no mundo - no Brasil a estatística só não é maior pelo alto valor das máquinas.

"O Brasil deve ser o país em que mais temos [a Intel] o selo extreme master, um selo que identifica máquinas legais para jogar", diz Buarque. Atualmente, máquinas da Awell, a 2 A.M. e Rawar tem esse selo. "São máquinas que tem processador recente, placa de vídeo boa e uma configuração legal de memória para um bom desempenho." 

Buarque conta que o primeiro item olhado pelos brasileiros antes de comprar um computador é o seu custo-benefício, seguido da vida útil, mesmo que o aparelho não tenha todos os itens de interesse do comprador.

Para ele, mais vale comprar complementos posteriormente à compra do computador, para "incrementar" a máquina. Segundo a pesquisa, cerca de 48% dos gamers montam seus próprios desktops para jogar, a maioria sozinhos ou com a ajuda de amigos. 

"Normalmente, o gamer prioriza na compra do computador os componentes mais difíceis de trocar depois, como a placa mãe e o processador, seguidos da placa de vídeo, e acaba deixando o HD, storage e memória para trocar depois, que não são tão caros", diz Buarque. "O investimento é feito por fases."

Além da própria máquina, 85% dos entrevistados compram acessórios extras para melhorar a experiência do jogo, como teclado  gamer, mouse e joystick - os itens mas buscados. "Existe um mercado grande para esses acessórios", diz Carlos.

O tipo de jogo também ajuda a Intel a pensar nos processadores e na memória. Dentre os principais jogos estão Fifa (jogado por cerca de 30% dos entrevistados), Minecraft, Call of Duty, Mortal Kombat, GTA e League of Legends.

No segundo semestre de 2019, além de investir no desenvolvimento de memórias, SSDs e placas de vídeo, a Intel se prepara para lançar também novos processadores.

Felpuda


A lista do Tribunal  de Contas de MS,  com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros  de quando exerceram cargos públicos,  está deixando  muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto  pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!