Uma cerimônia religiosa realizada no início da tarde desta quinta-feira na igreja da Candelária, no Rio, lembrou um ano da morte do menino João Hélio Fernandes Vieites, 6 anos.
No dia 7 de fevereiro do ano passado, o menino estava com a mãe e a irmã quando o carro em que estavam foi parado por criminosos, que obrigaram as duas mulheres a descer. O menino não conseguiu sair e ficou preso pelo cinto de segurança, sendo arrastado por 7 km nas ruas da zona norte da cidade.
Em decisão da juíza Marcela Assad Caram, os quatro réus ? quatro adultos e um adolescente ? foram condenados pela Lei de Crimes Hediondos ? que inclui crimes como homicídio, estupro e latrocínio (roubo seguido de morte) ? pela morte do menino João Hélio, a penas que variam de 39 a 45 anos de prisão. Mas de acordo com a constituição federal, poderão cumprir no máximo 30 anos. A decisão é em primeira instância e, portanto, ainda cabe recurso.
Em março do ano passado, o adolescente de 16 anos envolvido na morte do menino recebeu a medida socioeducativa mais grave permitida pela legislação: a internação em um instituto para jovens infratores.
Com informações Folha online