Enquanto o ex-governador e secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Egon Krakhecke, comemora a indicação de Davi Lourenço para o Ibama, ele sofre queda-de-braço de seu partido, o PT, sobre o processo sucessório em Dourados. O atual prefeito, Laerte Tetila, apadrinha a candidatura de Wilson Biasoto, mas outras alas petistas brigam para que haja prévias entre os pré-candidatos. Egon é um dos possíveis nomes neste processo.
O racha no PT de Dourados começou no final do ano passado quando foi realizada uma plenária onde a maioria optou pelo nome de Biasoto. Na época o presidente do partido era Ribeiro Arce. Quando Natal Ortega assumiu a presidência, há aproximadamente 15 dias, levantou a bandeira das prévias, o que é definido no estatuto da sigla partidária quando não há consenso de nomes. Para tentar barrar o processo, Tetila fala agora na realização de pesquisa.
Nos bastidores políticos de Dourados a conversa é de que Biasoto não é um nome de aceitação suficiente para disputar a prefeitura e, com isto, uma das saídas para Tetila fazer sucessor pode ser o ex-deputado federal João Grandão.