Uma cafetina brasileira ajudou os investigadores norte-americanos no caso que levou à renúncia do governador de Nova York, Eliot Spitzer, afirma em sua edição desta quinta-feira (13) o jornal "New York Post". Andreia Schwartz, que já havia sido detida pelas autoridades dos Estados Unidos por cafetinagem, foi a "fonte confidencial" dos investigadores que apuravam a rede de prostituição na qual Spitzer, casado e pai de três filhos, esteve envolvido. Ele foi cliente de ao menos uma das garotas. Segundo o jornal nova-iorquino, Andreia teria sido deportada para o Brasil ontem, mesmo dia em que Spitzer renunciou, pressionado por políticos de seu partido, o democrata.
Com informações do site G1