Clodoaldo Silva, de Brasília
Maria Matheus, enviada especial
A falta de informações sobre o verdadeiro impacto da aprovação do projeto de lei estadual que prevê novos critérios para a distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aliada à proximidade das eleições e à tramitação da Reforma Tributária no Congresso Nacional adiaram a decisão da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) de apoiar ou não a proposta de autoria do deputado Júnior Mochi (PMDB).
Os prefeitos que participaram da 11ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios se reuniram na noite de ontem na Câmara dos Deputados para discutir o assunto. Mochi esperava o apoio da Assomasul para colocar o projeto em votação na Assembléia Legislativa, a fim de que as novas regras começassem a valer a partir do ano que vem.
"A falta de números está atrapalhando, sim (o parecer da Assomasul sobre o projeto)", afirmou a prefeita de Três Lagoas, Simone Tebet (PMDB). Ela disse que a associação pode deliberar sobre o tema até maio. Desta forma, o projeto seria votado ainda no primeiro semestre. A matéria completa está na edição de amanhã do jornal Correio do Estado.