Desde o dia 2, o Ibama está usando imagens de um satélite japonês de observação avançada para identificar áreas desmatadas na Floresta Amazônica. A tecnologia é diferente dos sistemas nacionais porque tem a capacidade de captar fotos de regiões degradadas mesmo quando há nuvens no céu. O acordo foi firmado em abril do ano passado com a Agência de Exploração Aeroespacial Japonesa e as primeiras imagens chegaram ao Brasil neste mês.
O equipamento fornece informações para a Operação Roncador, que acontece em 13 municípios do sudeste do Pará e no nordeste do Mato Grosso. Os dados são processados pelo Centro de Sensoriamento Remoto do Ibama e usados em campo pelos técnicos do instituto. Fiscalizações na região já começaram a ser feitas com base nas informações.
Com informações da Agência Estado