Os especialistas monitoraram a atividade cerebral de 12 bebês, alguns deles prematuros, durante o teste do pezinho - um procedimento médico doloroso que consiste em retirar algumas gotas de sangue do bebê para detectar possíveis doenças genéticas e infecciosas que poderão afetar seu desenvolvimento.
O estudo, divulgado na publicação científica Public Library of Science: Medicine, detectou que expressões faciais, como caretas, olhos espremidos e testa franzida já eram suficientes para indicar que os bebês estavam sentindo dor. O choro, afirmaram os pesquisadores, apontava que a dor estava muito forte.
Com informações do site G1