Segundo a mãe de Rosângela, a filha nunca se queixou ou fez algum comentário sobre problemas no serviço ou fora dele e, aparentemente, não era perseguida por ninguém nem tinha inimigos. "Todos os dias ela pega a van circular a dez metros do portão de casa no ponto de ônibus. Três perueiros chegaram a passar pelo ponto e não viram minha filha. Um deles até comentou que naquela manhã desconfiou de dois suspeitos que estavam no ponto", relatou a dona de casa Jovina Balbino Moreno, mãe de Rosângela.
Com informações do Estadão