Policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e de Proteção ao Turista (Decat) e técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Semades) suspenderam as atividades das empresas Embraplast e Douraplast, que funcionavam em um só prédio, na Vila Popular, na Capital. De acordo com o delegado da Decat, Nilson Tobias, as empresas podem ser responsáveis pela mortandade de peixes, ocorrida, em 24 de junho, no Córrego Imbirussú. Ainda, de acordo com o delegado, as empresas foram interditadas porque não têm licença ambiental expedida pela Semades. A Embrasplast e a Douraplast atuam no ramo de reciclagem e lançam, no córrego, a água usada depois da lavagem dos materiais processados, causando a poluição.