Sem chuva para dispersar os gases tóxicos, a qualidade do ar paulistano foi afetada. Os dados da Companhia Estadual de Tecnologia e Saneamento Ambiental (Cetesb) mostram que 20 dos 31 dias do mês foram desfavoráveis à dispersão dos poluentes. O número atual supera em 57,8% as 11 notificações de julho do ano passado, quando o clima estava menos árido. E a situação só deve melhorar no sábado, dia em que uma frente fria chega à cidade, conforme previsões do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).
Com informações do Estadão