Segundo a FGV, a principal contribuição para a aceleração da taxa do indicador partiu de elevações de preços mais intensas e deflações mais fracas, em quatro das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice, na passagem do IPC-S de até 31 de agosto para o indicador de até 7 de setembro. É o caso de Alimentação (de -0,71% para -0,38%); Despesas Diversas (de 1,04% para 1,22%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,26% para 0,40%) e Transportes (de 0,21% para 0,25%).
Com informações do Estadão