No entanto, o dinheiro destinado às micro e pequenas empresas, à área social e aos projetos de infra-estrutura do PAC não fará parte deste contingenciamento.
O BNDES estava preparado para desembolsar até R$ 8 bilhões por mês, quando, em outubro, as liberações chegaram a R$ 10,2 bilhões, quantia muito superior ao programado pelo banco.
O diretor financeiro do BNDES, Maurício Borges Lemos, crê que a situação será normalizada com a liberação de recursos prometida pelo governo (R$ 7 bilhões provenientes do fundo de investimento do FGTS). Fonte: Folha Online