O YouTube anunciou a criação de restrições ao acesso de vídeos que tenham conteúdo sexual, insinuação de nudez ou nudez sem sexo. A medida também contempla cenas reais e ficcionais de violência. Segundo o site da PC World nos EUA, o material será "algoritmicamente rebaixado" na página principal do YouTube. O anúncio do portal de vídeos informa que o material não figurará na lista de mais vistos e nos vídeos favoritos. A dramatização de cenas sexuais será avaliada pela equipe do YouTube, conforme seu teor. Embora receba, a cada minuto, 13 horas de gravações dos seus usuários - tornando mais difícil a eliminação de vídeos indesejados - o conteúdo pornográfico explícito prossegue expressamente proibido.