Em sua segunda reunião após o estouro da crise, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) encontra-se diante de um dilema: decidir se o problema mais grave para o país está na inflação ou na recessão.
O balanço desses dois problemas é que vai definir o rumo da taxa de juros no país. Enquanto a inflação em alta exige taxas de juros mais elevadas, a recessão pede uma dose menor.
O Copom deve manter a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75%, na reunião que começa amanhã (9) e termina na próxima quarta-feira. A expectativa foi divulgada pelo Banco Central, que toda semana reúne projeções de analistas para os principais indicadores da economia.