Com o mercado em plena expansão nos últimos anos e apostas de demanda cada vez maiores por parte de China e Índia, a Rio Tinto fez uma aposta no futuro e contraiu volumosas dívidas. Mas os projetos foram atropelados pela retração no consumo, a falta de créditos e, principalmente, a queda nos preços das principais commodities. O alumínio, por exemplo, já perdeu 37% de seu valor no ano, enquanto o cobre já caiu 52%.
Com informações do Estadão