Doença endêmica na região noroeste do Estado de São Paulo, a leishmaniose visceral avança cerca de 30 quilômetros por ano em direção à capital, o que provocou alerta do Ministério Público Estadual a todos promotores da área cível sobre os riscos da doença e a necessidade de controle de cães infectados. A sombra da leishmaniose, que segue traçado semelhante ao do Rio Tietê, pode ser medida pelo aumento dos municípios atingidos, do número de casos e da taxa de letalidade.
No boletim de setembro do Centro de Vigilância Epidemiológica, 433 das 645 cidades paulistas foram classificadas como áreas ?vulneráveis? à doença, sendo que em 91 desses municípios já foi encontrado o inseto transmissor, o mosquito-palha.
Com informações do Estadão