Silvia Tada
Hoje, presos que permanecem no Instituto Penal de Campo Grande não recebem visitas. O local foi palco de rebelião na véspera de Natal e deixou parte do prédio destruída.
No Estabelecimento de Segurança Máxima, que também fica no complexo penitenciário da Capital, mulheres e crianças reclamam da demora na liberação do acesso, que acontece em grupos de cinco pessoas. Em outros fins de semana, a quantidade de pessoas a entrar por grupo chega a 20.