Estudo realizado pelo instituto de pesquisa da Fundação Getulio Vargas, o FGV Opinião, deixou as batidas e os versos provocativos do funk de lado para analisar o gênero por sua perspectiva socioeconômica.
Realizada entre 2007 e 2008 na região metropolitana do Rio, o berço do "pancadão", a pesquisa ouviu agentes envolvidos na produção do funk, como DJs, MCs (autores e intérpretes de suas faixas) e equipes de som (que promovem os bailes e fornecem seus aparatos), além de camelôs que faturam com as festas. As mais de 400 entrevistas mapearam relações e mostraram que o gênero movimenta cerca de R$ 10 milhões por mês no Rio de Janeiro.
Com informações do Uol