A quarta etapa do encoleiramento de cães já está sendo realizada pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonozes) de Campo Grande. As coleiras tem repelente contra o mosquito transmissor da leishmaniose. A medida preventiva contra a doença deve distribuir 110 mil coleiras. O trabalho vai percorrer por toda a Capital e deve durar 45 dias. Com a identificação do CCZ, os agentes de controle de epidmiologia visitam as residências realizando o cadastro e o encoleiramento dos cães. A coleira deve ser trocada a cada seis meses, aproximadamente.
A prefeitura alerta que a leishmaniose canina não tem tratamento. Por isso, quem tem animal doente e se recusa a sacrificá-lo pode receber multa de mais de R$ 7 mil.