Da Redação
Entre as medidas para melhorar a imagem do Congresso que sequer foram votadas estão a extinção do voto secreto, a limitação a suplentes e a inelegibilidade do político que tenha sido condenado no Judiciário.
Em setembro de 2006, a Câmara aprovou, em primeiro turno, emenda constitucional extinguindo o voto secreto no Legislativo. A medida surgiu no rastro da absolvição de um envolvido no escândalo do mensalão. Michel Temer (PMDB-SP), atual presidente da Casa, ainda não fez menção de abrir a gaveta.
Em 9 de abril de 2008, a comissão de Justiça do Senado aprovou um projeto que impõe limites à farra dos suplentes, transformando-os em "senadores-tampão" e proibindo o nepotismo --como no caso de Edison Lobão Filho (MA), que ganhou cargo de ministro de Minas e Energia do governo e quem assumiu o cargo foi o filho dele.
Com informações da Folha Online