O procurador de Justiça Carlos Alberto Zeolla, 44 anos, disse estar arrependido do crime que cometeu e que ainda tentou salvar a vida do sobrinho. A declaração foi feita durante depoimento de Zeolla ao procurador geral de Justiça, Miguel Vieira da Silva.
Entre outras afirmações, o Carlos Alberto disse que o sobrinho Cláudio Alexander Joaquim Zeolla, 23 anos, foi criado por ele e pelos avós e que não teve uma mãe exemplar. Segundo o procurador, o sobrinho era ingrato, rebelde e até havia confessado que já tinha fumado maconha.