Da redação
O presidente da Bolívia, Evo Morales, entrou no segundo dia de greve de fome pela aprovação de uma nova lei eleitoral para as eleições deste ano. Ele pediu que representantes de movimentos sociais que o acompanham no protesto deixem o jejum.
O Senado da Bolívia, liderado pela oposição, não aprovou uma lei para determinar a data para as eleições, que foram ordenadas por uma reforma constitucional apoiada por Evo e aprovada pelos eleitores em janeiro. Evo, que assumiu o cargo em 2006, sugeriu que os líderes da oposição estão tentando bloquear as planejadas eleições de dezembro usando táticas de atraso.
Com informações do Estadão