O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) pediu a quebra dos sigilos bancários e telefônicos dos 17 membros da quadrilha presa na semana passada e que comandava a jogatina no Estado. O juiz da Auditoria Militar, Alexandre Antunes, autorizou a quebra e ainda prorrogou a prisão dos criminosos.
Com as informações, a previsão é de que novos nomes apareçam e mais envolvidos no esquema que explorava jogos de azar sejam presos. Além disso, os dados devem revelar qual o patrimônio do chefe da quadrilha, o major da reserva, Sérgio Carvalho e o faturamento diário dos dois cassinos fechados em Campo Grande, e um recém inaugurado na Bolívia.