Brasília
A Câmara pretende votar em 15 dias o projeto de reforma eleitoral com as regras para as eleições do próximo ano. Nessa primeira votação, os líderes partidários e o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), acertaram que deixarão de fora a proposta de financiamento público das campanhas por meio do fundo partidário complementar. O líder do partido, Ronaldo Caiado (GO), discorda da proibição de doações de empresas privadas para campanhas eleitorais como proposto no projeto do deputado Flávio Dino (PC do B-MA). "Quem tem a CUT e a CGT vai querer isso", disse Caiado, referindo-se a centrais sindicais que apoiaram a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.