Da redação
Futebol nos Estados Unidos é coisa de mulher. Nem a Copa de 1994, realizada na terra de Obama, mudou essa perspectiva. Embora seja um tema pouco comentado, o avanço do esporte entre o público masculino tem sido praticamente imperceptível nos EUA. Pudera. A seleção feminina continua a colecionar vitórias, enquanto os homens ainda estão longe disso.
Desde que o técnico Bob Bradley assumiu o comando da seleção masculina dos Estados Unidos, há dois anos, o time conseguiu 25 vitórias, nove empates e, quem diria, só quatro derrotas. O bom retrospecto rendeu o título da Copa Ouro da Concacaf e, por extensão, a vaga na Copa das Confederações.
"Esse torneio é uma grande oportunidade para jogarmos no nível máximo e ganharmos experiência competitiva em partidas duras", tem repetido Bradley, até como forma de valorizar a participação norte-americana. "Tão importante quanto acumular experiência será a oportunidade de conhecermos o ambiente da África do Sul, assim como tudo o que está relacionado com essa viagem, desde a água até o clima. Será muito importante caso nos classificarmos para o Mundial."
Em campo, a grande referência dos Estados Unidos continua sendo Landon Donovan. Jogador mais rodado do grupo, tem 110 partidas com a camisa da seleção, da qual é o maior artilheiro da história, com 39 gols. A promessa do elenco é o meia-atacante Michael Bradley, que atua no Borussia Mönchengladbach, no futebol alemão. (informações da Agência Estado)