Da redação
As interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal com autorização judicial mostram como a organização criminosa, liderada pela família Uemura de Dourados, atuava dentro da administração pública para tirar vantagens financeiras. Em troca, os Uemura corrompiam funcionários e negociavam com secretários.
O esquema passava por financiamento de campanhas eleitorais, entrega de presentes, pagamentos de propinas, tudo como forma de corromper esses agentes para garantir licitações fraudulentas e conseguir diversos outros benefícios.