A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) encerrou a distribuição de coleiras contra a leishmaniose canina na capital. No período, houve redução de 36% para 13% o índice de cães contaminados pela doença. Segundo o secretário Luiz Henrique Mandetta, o trabalho que seria feito em 10 anos foi realizado em dois anos.
A distribuição poderá voltar, caso o Ministério da Saúde decida tornar o programa de distribuição gratuita de coleiras obrigatório em todo o País. Desde o início, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) entregou, a cada semestre, cerca de 120 mil coleiras.
O secretário estima que a próxima sorologia canina deverá constatar que o percentual de animais infectados deverá ficar em torno de 10% a 11%. ?De acordo com ele a estratégia deu certo e ressalta, que a prefeitura só irá retomar o projeto caso o monitoramento acuse aumento na incidência da doença nos cães.