Mais farmacêuticos estão sendo investigados por quebra de ética no Estado de São Paulo. De janeiro a agosto, o Conselho Regional de Farmácia (CRF) paulista abriu processos contra 61 profissionais - aumento de 238% em relação a 2008. Trinta e um deles respondem por venda de remédios falsos ou fabricados sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Trata-se de mais um indício da mudança constatada, de 2008 para cá, no comércio de remédios piratas: a migração deles para as prateleiras de drogarias e farmácias.
Com informações do Estadão