Da redação
A última menstruação e a parada do funcionamento dos ovários significam uma nova fase na vida da mulher: a menopausa. Estas mudanças precedidas de sintomas como fortes ondas de calor, irritabilidade, insônia, ressecamento da vagina e consequentemente dor no ato sexual, popularmente conhecidas como climatério, indicam um momento de instabilidade física e emocional feminina que deve ser analisado pelos médicos e pelos próprios parceiros.
Mais do que uma junção de sintomas, a menopausa acontece de fato, pois os ovários deixam de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, que acarreta o fim da menstruação. Na fase do climatério (pré-menopausa), os sintomas podem ser muito variados. Algumas mulheres continuam menstruando, mas de forma irregular e escassa, e apenas uma minoria pode passar por ela sem grandes problemas.
Mas, mesmo sendo um processo natural do corpo feminino, que geralmente começa a partir dos 40 anos, a medicina dispõe de tratamentos que melhoram a qualidade de vida de quem está nesta fase. Isso não significa encarar o processo como uma doença, porém, segundo os médicos consultados, quando os sintomas da menopausa não são tratados, as dificuldades sexuais e até uma depressão podem atingi-las em cheio e atrapalhar muito o seu bem viver.
Como forma de esclarecer as recorrentes dúvidas sobre esta fase, em especial sobre a realização ou não de tratamentos, o dia 18 de outubro está marcado no calendário como o Dia Mundial da Menopausa. E o R7 aproveitou a data para tirar algumas dúvidas sobre sintomas e as diferentes formas de tratá-los, seja com base química ou psicológica, que comprovam que é totalmente possível viver bem e feliz antes, durante e depois da menopausa, inclusive melhorando a vida sexual, se os sintomas forem tratados.
Com informações do Portal R7.COM