A polícia filipina identificou 161 suspeitos de relação de participar diretamente do massacre de 57 pessoas, há duas semanas, no sul do país. As mortes violentas --algumas mulheres mostravam sinais de violência sexual e muitos corpos foram decapitados e mutilados-- está relacionada a rivalidades políticas regionais. O responsável pelas investigações, Raul Castañeda, afirmou em entrevista a jornalistas que foram apresentadas à Procuradoria Geral do país acusações de múltiplo assassinato contra os suspeitos, entre os quais figuram policiais e vários membros do clã políticos dos Ampatuans --que teria ordenado o crime para impedir a candidatura de um rival às eleições de 2010.
Com informações da Folha Online