Um ex-executivo do Unibanco - cujo nome não foi divulgado - recebeu R$ 2,3 milhões em um acordo de conciliação firmado na semana passada no Rio de Janeiro. Ele cobrava R$ 3 milhões do banco, a título de créditos trabalhistas (horas extras e férias vencidas, por exemplo), mas o processo se arrastava desde 2003.
Segundo o juiz Mauricio Pizarro Drummond, da 12ª Vara do Trabalho, responsável pelo acordo, o banco ainda poderia contestar o valor determinado pela Justiça do Trabalho, mas fez o acordo e pagará um valor inferior ao pedido.
Com informações da Folha Online