Detentas do Centro de Ressocialização Feminino de São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, foram obrigadas a apagar as tatuagens com produtos improvisados. Fotografias mostram as lesões, marcas e queimaduras nos corpos das presas. De acordo com o advogado Ariel de Castro Alves, membro do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe) em São Paulo, elas foram obrigadas pela direção do presídio a apagar os desenhos, sob pena de serem transferidas, no início do mês. As presas disseram que usaram todo tipo de produto, como álcool, removedor de esmalte, cloro, solvente e até cinzas de cigarro.
A Defensoria Pública informa que as detentas podem ter sido vítimas de abuso de autoridade. Ainda esta semana a Justiça de São Paulo deverá ouvir as mulheres.
Com informações G1